Portugueses consideram Ventura um líder mais eficaz do que Pedro Nuno Santos

A sondagem da Pitagórica para a TVI, CNN Portugal, Jornal de Notícias, TSF e O Jogo mostra que 15% dos inquiridos escolheram o CHEGA, em comparação com 14% que optaram pelo Partido Socialista, quando questionados sobre qual o partido que tem o líder mais eficaz e inspirador.

© Folha Nacional

De acordo com uma sondagem da Pitagórica para a TVI, CNN Portugal, Jornal de Notícias, TSF e O Jogo, os portugueses consideram André Ventura, líder do CHEGA, um político mais eficaz e inspirador do que Pedro Nuno Santos, secretário-geral do Partido Socialista (PS).

Quando questionados sobre qual partido tem o líder mais eficaz e inspirador, 15% dos inquiridos apontaram o CHEGA, enquanto 14% escolheram o Partido Socialista.

Além disso, à pergunta sobre quem oferece as melhores propostas em termos de segurança, um tema que tem estado na ordem do dia em Portugal nas últimas semanas, 17% dos inquiridos voltaram a escolher o CHEGA, valor superior aos 16% que escolheram o PS.

André Ventura destaca-se assim face a Pedro Nuno Santos, posicionando-se como uma figura de maior relevância e impacto no cenário político atual.

FICHA TÉCNICA
Sondagem realizada pela Pitagórica para a TVI, CNN Portugal, TSF, JN e O Jogo, com o objetivo de avaliar a opinião dos Portugueses sobre temas relacionados com a atualidade do país. O trabalho de campo decorreu entre os dias 24 e 29 de março de 2025.

A amostra foi recolhida de forma aleatória junto de eleitores Portugueses recenseados e foi devidamente estratificada por género, idade e região. Foram realizadas 1626 tentativas de contacto, para alcançarmos 1000 entrevistas efetivas, pelo que a taxa de resposta foi de 61,50%. As 1.000 entrevistas telefónicas recolhidas correspondem a uma margem de erro máxima de +/- 3,16% para um nível de confiança de 95,5%.

A direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva. A ficha técnica completa, bem como todos os resultados, foram depositados junto da ERC – Entidade Reguladora da Comunicação Social que os disponibilizará para consulta online.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA quer que os profissionais da Força Especial de Proteção Civil passem a ser reconhecidos como profissão de desgaste rápido, defendendo que as funções que exercem justificam regras específicas no acesso à aposentação.
A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, arguido no processo relacionado com despesas em almoços de dirigentes municipais, afirmou que “odeia o que André Ventura representa”.
A Câmara Municipal de Matosinhos adjudicou, por ajuste direto, um contrato à sociedade de advogados Vieira de Almeida, onde a filha da presidente socialista da autarquia, Luísa Salgueiro, exerce funções como advogada estagiária.
A repressão dos protestos no Irão chegou ao Parlamento português. O CHEGA apresentou uma proposta que recomenda ao Governo a expulsão do embaixador iraniano em Portugal, acusando o regime de Teerão de violar direitos fundamentais e reprimir violentamente manifestações pró-democracia.
O CHEGA vai indicar Rui Gomes da Silva para o Conselho Superior da Magistratura e Fernando Silva para o Conselho Superior do Ministério Público, ambos membros do "Governo sombra" do partido, indicou hoje André Ventura.
O líder do CHEGA revelou hoje que chegou a acordo com o PSD sobre as eleições para os órgãos externos e anunciou que os dois partidos vão apresentar uma lista conjunta de candidatos ao Conselho de Estado.
O CHEGA apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende restringir a realização de celebrações muçulmanas em espaços públicos e impor novas regras no financiamento e construção de novas mesquitas no país.
O líder do CHEGA associa a subida do custo de vida à guerra na Ucrânia e defende descida de impostos para aliviar os portugueses.
O grupo municipal do CHEGA em Oeiras apresentou uma moção de censura ao executivo liderado por Isaltino Morais, na sequência da acusação do Ministério Público relacionada com despesas em refeições pagas com fundos públicos.