Num comunicado, a Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) disse que “o mercado português registou um total de 57.497 turistas a viajarem para a Tailândia em 2025, o que representa um crescimento de 4,93% face a 2024, ano que até então representava a melhor ‘performance’ do mercado nacional”.
A TAT adiantou ainda, através do seu escritório em Roma, responsável pelos mercados de Portugal, Itália, Israel, Espanha, Turquia, Grécia e Chipre, que o conjunto do Sul da Europa ultrapassou, pela primeira vez, um milhão de turistas a visitar o país asiático.
Assim, “no conjunto dos países da orla mediterrânica sob responsabilidade do escritório de Roma, a Tailândia recebeu 1.151.456 turistas em 2025, um aumento de 22,49% face ao ano anterior”.
De acordo com os mesmos dados, todos os mercados “registaram máximos históricos”, destacando-se Israel, Turquia e Itália, “que registaram crescimentos de 45,54%, 22,98% e 16,59%, respetivamente”.
A TAT realçou que “o crescimento do mercado israelita revelou-se particularmente expressivo”, com mais de 410 mil turistas.
Globalmente, a Tailândia recebeu 32,97 milhões de turistas internacionais no ano passado, “incluindo um número recorde de 10,8 milhões de visitantes provenientes de mercados de longo curso”.
A Europa representou cerca de 23% do total de turistas internacionais, indicou, o que equivale a 8,25 milhões de visitantes, no ano passado.
Segundo a TAT os cinco principais mercados emissores europeus foram “a Rússia (1,89 milhão; +8,6%), o Reino Unido (1,08 milhão; +12,14%), a Alemanha (965 mil; +10,6%) e a França (816 mil; +13,43%)”.
Já das Américas foram 1,57 milhão de visitantes (+6,84%), do Médio Oriente 806 mil (-0,11%) e de África 197 mil (+17,96%).
Por fim, no que diz respeito às receitas, “o país registou um total de 2,7 biliões de baht (cerca de 73,8 mil milhões de euros), um desempenho que representa mais de 15% do PIB e confirma a relevância estratégica do turismo para a economia tailandesa”.
Rosário Louro, representante da Autoridade de Turismo da Tailândia em Portugal, indicou, citada no mesmo comunicado, que “esta tendência de crescimento deverá manter-se em 2026”.