Seguro só aceita debater uma vez com Ventura e recusa proposta das televisões

Será o primeiro, o último e o único. António José Seguro aceitou apenas um debate televisivo frente a André Ventura, tornando o confronto da próxima terça-feira o único momento de embate direto entre os dois candidatos à Presidência da República antes da votação final.

© Folha Nacional

Com apenas um debate aceite por António José Seguro, este será o único frente a frente televisivo entre os dois candidatos à Presidência da República. André Ventura e António José Seguro enfrentam-se na próxima terça-feira, 27 de janeiro, às 20h30, num debate transmitido em simultâneo pela RTP, SIC e TVI, a menos de duas semanas da decisão final marcada para 8 de fevereiro.

O confronto terá 75 minutos de duração e promete marcar a reta final da campanha presidencial. O debate resulta de um convite conjunto das três estações generalistas, que propuseram dois debates televisivos entre os candidatos. André Ventura aceitou ambos, mas a candidatura de António José Seguro optou por participar apenas num, reduzindo o confronto direto a este único momento televisivo.

A organização estará a cargo da SIC, com três pivots — um por cada canal —, num formato sem público, com os candidatos em pé, em púlpitos, pensado para um embate direto, sem distrações e com foco exclusivo nas diferenças políticas e na visão para a Presidência da República.

Este debate será, assim, a única oportunidade para os eleitores verem os dois candidatos frente a frente antes da ida às urnas no dia 08 de fevereiro.

Últimas de Política Nacional

O valor de referência do Rendimento Social de Inserção (RSI) vai aumentar 5,33 euros, segundo portaria hoje publicada.
Pontes, barragens e outras infraestruturas públicas críticas poderão vir a ser alvo de uma avaliação técnica urgente, caso seja aprovada uma proposta apresentada pelo CHEGA na Assembleia da República.
O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho acusou hoje governantes de viciarem concursos para altos cargos na administração pública, afirmando que "a maior parte das pessoas que concorrem sabe que já está tudo decidido antes do concurso ser feito".
O apuramento dos votos da emigração em 107 consulados, referentes à segunda volta das eleições presidenciais, deu a vitória a André Ventura com 50,81%, segundo os dados publicados pelo Ministério da Administração Interna (MAI).
O Ministério Público do Porto abriu um novo inquérito para investigar uma alegada discrepância entre o custo da casa em Espinho do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e as faturas emitidas pelos empreiteiros, noticia o Expresso.
O CHEGA apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que prevê o fim da subvenção mensal vitalícia atribuída a antigos titulares de cargos políticos, através de um processo de redução progressiva do benefício ao longo de três anos, seguido da sua extinção definitiva.
O partido levou ao Parlamento uma proposta que limita a exibição de símbolos em edifícios públicos aos emblemas oficiais do Estado, afastando bandeiras ideológicas, LGBT ou associativas e reacendendo o debate sobre neutralidade, identidade e liberdade simbólica nos espaços públicos.
André Ventura, presidente do CHEGA, considera que o diploma do PSD sobre menores nas plataformas digitais é mais um passo na tentativa de controlar o pensamento e condicionar o futuro das próximas gerações.
A Transparência Internacional Portugal (TIP) contestou na quarta-feira as afirmações do Ministério da Justiça sobre avaliação das políticas anticorrupção em Portugal, e critica a ausência de uma nova Estratégia Nacional Anticorrupção (ENAC), que já deveria estar em execução.
Governo e os partidos chegaram hoje a um consenso para adiar o debate quinzenal parlamentar com a presença do primeiro-ministro, previsto para sexta-feira, para o próximo dia 19, disseram à agência Lusa fontes parlamentares.