A derrota de André Ventura foi, para muitos de nós, um verdadeiro murro no estômago. Não apenas por causa de um resultado eleitoral, mas porque sentimos que, mais uma vez, as vozes de milhares de portugueses que pedem mudança continuam a ser ignoradas ou ridicularizadas. Para uma jovem mulher conservadora, que cresceu a ouvir promessas de progresso que nunca chegaram à sua realidade, este resultado sabe a frustração e a oportunidade perdida.
Durante anos, disseram-nos que o socialismo era o caminho seguro, o sistema que garantiria igualdade, proteção e oportunidades para todos. No entanto, a experiência de muitos jovens é bem diferente: salários baixos, rendas impossíveis de pagar, dificuldade em constituir família e uma sensação constante de que o esforço individual pouco conta. O socialismo prometeu estabilidade, mas entregou estagnação.
A minha geração foi educada a acreditar que estudar e trabalhar seriam suficientes para ter uma vida digna. Hoje, vemos amigos a emigrar, casais a adiar filhos e jovens a viver até tarde em casa dos pais. O Estado cresce, os impostos aumentam, mas a qualidade dos serviços públicos continua a desiludir. É difícil não questionar se este modelo, repetido durante décadas, é realmente o melhor para o país.
Foi nesse contexto que muitos olharam para André Ventura como um sinal de rutura. Não como um salvador, mas como alguém disposto a dizer aquilo que tantos pensam e poucos têm coragem de afirmar. A possibilidade de ver André Ventura a primeiro-ministro representava, para muitos, a esperança de um virar de página, de uma política menos conformada com o sistema instalado.
A derrota não apaga essa vontade de mudança. Pelo contrário, mostra que existe ainda um longo caminho a percorrer para convencer quem continua a acreditar nas promessas do socialismo. Mas também deixa claro queO murro no estômago de uma geração: quando a esperança se chama André Ventura
A derrota de André Ventura foi, para muitos de nós, um verdadeiro murro no estômago. Não apenas por causa de um resultado eleitoral, mas porque sentimos que, mais uma vez, as vozes de milhares de portugueses que pedem mudança continuam a ser ignoradas ou ridicularizadas. Para uma jovem mulher conservadora, que cresceu a ouvir promessas de progresso que nunca chegaram à sua realidade, este resultado sabe a frustração e a oportunidade perdida.
Durante anos, disseram-nos que o socialismo era o caminho seguro, o sistema que garantiria igualdade, proteção e oportunidades para todos. No entanto, a experiência de muitos jovens é bem diferente: salários baixos, rendas impossíveis de pagar, dificuldade em constituir família e uma sensação constante de que o esforço individual pouco conta. O socialismo prometeu estabilidade, mas entregou estagnação.
A minha geração foi educada a acreditar que estudar e trabalhar seriam suficientes para ter uma vida digna. Hoje, vemos amigos a emigrar, casais a adiar filhos e jovens a viver até tarde em casa dos pais. O Estado cresce, os impostos aumentam, mas a qualidade dos serviços públicos continua a desiludir. É difícil não questionar se este modelo, repetido durante décadas, é realmente o melhor para o país.
Foi nesse contexto que muitos olharam para André Ventura como um sinal de rutura. Não como um salvador, mas como alguém disposto a dizer aquilo que tantos pensam e poucos têm coragem de afirmar. A possibilidade de ver André Ventura a primeiro-ministro representava, para muitos, a esperança de um virar de página, de uma política menos conformada com o sistema instalado.
A derrota não apaga essa vontade de mudança. Pelo contrário, mostra que existe ainda um longo caminho a percorrer para convencer quem continua a acreditar nas promessas do socialismo. Mas também deixa claro que há uma nova geração atenta, crítica e cada vez mais disposta a participar.
Para mim, enquanto jovem mulher conservadora, a luta não termina numa eleição. A política faz-se todos os dias, nas conversas, nas escolhas e nas ideias que defendemos. O murro no estômago pode doer, mas também serve para acordar. E talvez seja precisamente isso que esta derrota represente: um momento difícil, mas necessário, antes de uma viragem que muitos portugueses ainda acreditam ser possível. há uma nova geração atenta, crítica e cada vez mais disposta a participar.
Para mim, enquanto jovem mulher conservadora, a luta não termina numa eleição. A política faz-se todos os dias, nas conversas, nas escolhas e nas ideias que defendemos. O murro no estômago pode doer, mas também serve para acordar. E talvez seja precisamente isso que esta derrota represente: um momento difícil, mas necessário, antes de uma viragem que muitos portugueses ainda acreditam ser possível.