CHEGA QUER PRIORIDADE NAS CRECHES PARA FILHOS DE PAIS QUE TRABALHAM

O partido CHEGA defende que as crianças cujos pais trabalham devem ter prioridade na inscrição nas creches do programa ‘Creche Feliz’. Para André Ventura, líder da oposição, esta medida é essencial para proteger as famílias trabalhadoras que, muitas vezes, se sentem prejudicadas no acesso a vagas.

©️ DR

Segundo o CHEGA, apesar de existir um programa público para garantir o acesso universal e gratuito às creches, continuam a existir muitas famílias sem solução para deixar os filhos enquanto trabalham. O partido alerta que muitos pais são mesmo forçados a abandonar o emprego por não terem onde deixar os filhos.

“Damos tudo a quem não faz nada e abandonamos quem trabalha e desconta. Isto não pode acontecer!”, afirmou André Ventura, sublinhando que o atual sistema “obriga alguns pais a despedirem-se para conseguir uma vaga na creche para os filhos”. Para o líder do partido, a situação é “absolutamente vergonhosa” e penaliza quem trabalha e contribui para a economia de Portugal.

Recentemente, o CHEGA denunciou casos de pais que, apesar de terem ambos emprego, não conseguiram vaga para os seus filhos na creche e receberam como resposta que “as vagas existentes são para os imigrantes”, sendo-lhes sugerido que a mãe ficasse em casa ou contratasse uma ama.

Para André Ventura, este tipo de situações mostra que é preciso “ter coragem para ter filhos em Portugal” e defende que as regras de inscrição devem ser revistas para garantir que quem trabalha tenha prioridade e não seja forçado a fazer escolhas injustas entre trabalhar ou ter filhos.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA tentou levar o ministro da Economia e da Coesão Territorial ao Parlamento para explicar o acordo político entre PSD e PS sobre as CCDR. Os dois partidos uniram-se para travar o escrutínio e impedir esclarecimentos sobre um entendimento que decide lideranças regionais à porta fechada.
O candidato presidencial André Ventura desafiou hoje o seu adversário, António José Seguro, para três debates durante uma campanha para a segunda volta e acusou o socialista de “querer fugir” à discussão por “medo do confronto”.
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, considerou que só perderá a segunda volta das eleições presidenciais "por egoísmo do PSD, da Iniciativa Liberal ou de outros partidos que se dizem de direita".
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, pediu no domingo aos eleitores para que “não tenham medo da mudança” e disse ser uma “escolha segura” para o país, ao contrário do socialista António José Seguro.
António José Seguro e André Ventura foram os vencedores da primeira volta das presidenciais de domingo, marcando presença na disputa de 08 de fevereiro, numa eleição em que Luís Marques Mendes registou para o PSD o pior resultado de sempre em atos eleitorais.
O candidato presidencial André Ventura afirmou que irá agregar a direita a partir de hoje, face às projeções que indicam uma segunda volta das eleições entre o líder do CHEGA e António José Seguro, apoiado pelo PS.
O secretário-geral do CHEGA, Pedro Pinto, hoje que o país está perante “uma noite histórica” e manifestou-se confiante na passagem de André Ventura na segunda volta das eleições presidenciais contra António José Seguro.
A influência às urnas para a eleição do próximo Presidente da República situava-se, até às 16h00 de hoje, nos 45,51%, segundos dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou nas últimas eleições.
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, hoje que a campanha pôde ter sido mais esclarecedora mas apelou aos portugueses para que se mobilizassem e aproveitassem o “dia fantástico” para votar.
Mais de 11 milhões de candidatos são hoje chamados a escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, numas eleições para a Presidência da República muito disputadas e com registo de 11 candidatos.