Doentes urgentes esperam hoje mais de 14 horas no Amadora-Sintra

Os doentes classificados como urgentes no hospital Amadora-Sintra enfrentam, na manhã desta quarta-feira, tempos de espera superiores a 14 horas para a primeira observação, segundo dados do portal do SNS.

© D.R.

De acordo com a informação consultada pela agência Lusa, cerca das 08h00 de hoje, 34 doentes a quem foi atribuída a pulseira amarela (urgente) no Hospital Prof. Doutor Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra) tinham de aguardar 14 horas e 45 minutos para uma primeira observação.

Havia ainda 16 doentes pouco urgentes (pulseira verde) a aguardar, depois da triagem, 16 horas e três minutos para serem vistos por um médico.

No Hospital Santa Maria, em Lisboa, 12 doentes urgentes enfrentavam um tempo de espera de seis horas e 43 minutos para a primeira observação.

Já os dois doentes considerados muito urgentes (pulseira laranja) tinham de aguardar seis horas e seis minutos.

No Hospital São José, também em Lisboa, a espera era menor, com os três doentes urgentes a enfrentarem apenas 56 minutos de espera.

Já no Hospital Garcia de Orta, em Almada, a espera para os 46 doentes urgentes ultrapassava as nove horas.

No Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, o portal do SNS indicava que, pelas 08:00, 34 doentes urgentes aguardavam nove horas e 55 minutos para primeira observação. Não havia doentes com pulseira laranja à espera.

Por comparação, a Norte, no Hospital São João, no Porto, os 19 doentes com pulseira amarela aguardavam três horas e 20 minutos.

Segundo o sistema de triagem, as situações muito urgentes (pulseira laranja) têm um atendimento recomendado nos 10 minutos seguintes à triagem, enquanto os casos urgentes (amarela) são de 60 minutos e os pouco urgentes (verdes) de 120 minutos.

As autoridades de saúde apelam aos utentes para que, antes de se dirigirem à urgência hospitalar, contactem telefonicamente o Centro de Contacto do Serviço Nacional de Saúde – SNS24 (808242424), de modo a evitarem deslocações desnecessárias às urgências.

Últimas do País

Mais de metade dos portugueses tem défice de sono, um problema de saúde pública que tem razões socioeconómicas e que representa um risco de surgimento de doenças metabólicas e cardiovasculares, alertou hoje o especialista Joaquim Moita.
O mês passado foi o fevereiro mais chuvoso dos últimos 47 anos e o oitavo mais quente desde que há registos (1931), segundo o boletim climatológico para o continente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O setor vitivinícola colocou, no ano passado, no mercado 726 milhões de litros de vinho para consumo interno e exportação, uma redução de 23 milhões de litros face a 2024, indicou o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV).
Um homem detido por suspeita de sequestro, violação agravada e violação de domicílio ou perturbação da vida privada de uma adolescente de 14 anos, sua vizinha, no concelho de Loures, ficou em prisão preventiva, informou hoje a PJ.
Seis associações representativas dos militares das Forças Armadas e da GNR solicitaram hoje reuniões ao Presidente da República e ao primeiro-ministro sobre os cortes no cálculo da pensão de reforma, considerando ser urgente uma reversão do atual regime.
O mau tempo afetou 2.661 agricultores, no Norte, que reportaram prejuízos na ordem dos 50,3 milhões de euros, dos quais 62% estão relacionados com a queda de muros, segundo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.
O conflito entre a Flixbus e a Rede Expressos sobre o acesso ao terminal rodoviário de Sete Rios, em Lisboa, mantém-se, com a gestora da infraestrutura a alegar que o tribunal não determina a entrada automática da concorrente na infraestrutura.
A PSP registou 853 denúncias de burlas com acidentes simulados, entre janeiro de 2021 e dezembro de 2025, um crime que atinge particularmente idosos e que tem vindo a aumentar.
Três arguidos foram condenados, dois deles a penas de prisão efetiva, em dois processos relacionados com burlas através da aplicação de pagamentos eletrónicos MBWay, no concelho de Fronteira, distrito de Portalegre, foi hoje divulgado.
O Município de Pedrógão Grande remeteu à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro prejuízos de 12,8 milhões de euros devido ao mau tempo, mas a autarquia está a detetar mais danos.