“O sistema identificou 2,6 milhões de inundações históricas em mais de 150 países e permite prever inundações urbanas repentinas até 24 horas antes, melhorando a preparação das comunidades”, podendo também ser aplicada a outros desastres, como deslizamentos de terra e ondas de calor, lê-se no blogue oficial da Google Portugal.
As previsões de inundações urbanas repentinas “estão disponíveis no Flood Hub da Google, juntamente com as nossas previsões de cheias ribeirinha já existentes, que cobrem 2 mil milhões de pessoas em mais de 150 países para as cheias fluviais mais significativas – assinalando uma expansão importante das nossas capacidades de previsão de cheias”, refere a tecnológica.
Para as comunidades de todo o mundo, “isto significa uma melhor preparação antes de um desastre ocorrer” e “para os nossos parceiros e cientistas, o Groundsource oferece referencial (benchmark) massivo e de código aberto para escalar o seu impacto — particularmente em regiões urbanas que careciam de dados históricos sobre inundações repentinas”.
O conjunto de dados Groundsource e o modelo de inundações urbanas repentinas “juntam-se à nossa família de modelos e conjuntos de dados geoespaciais da Google Earth AI”.
A Google salienta que “a mesma abordagem baseada em IA tem o potencial de ser aplicada a outros desastres naturais, como deslizamentos de terras ou ondas de calor, transformando relatórios verificados de todo o mundo em conjuntos de dados que permitem uma melhor resiliência global”.