Violência doméstica sobe quase 15% em fevereiro em Coimbra

©D.R.

Os crimes de violência doméstica na área de competência da Comarca de Coimbra registaram um aumento de quase 15% em fevereiro, comparativamente com o período homólogo de 2022, revelou o Ministério Público de Coimbra.
De acordo com a página de internet da Procuradoria da República da Comarca de Coimbra, em fevereiro foram registados 90 inquéritos pelo crime de violência doméstica, mais 13 do que em período homólogo de 2022.

Foram deduzidas “19 acusações e aplicadas 13 suspensões provisórias do processo”.

Relativamente a medidas de coação aplicadas, considerando apenas as medidas privativas da liberdade, a proibição de contactos e/ou o afastamento da residência, registaram-se “um total de 13, sendo três prisões preventivas, na sequência da realização de 10 detenções e da apresentação dos arguidos a primeiro interrogatório judicial”.

Os principais dados estatísticos do Departamento de Investigação e Ação Penal da Comarca de Coimbra relativos a crimes de violência doméstica em fevereiro revelam que foram também aplicadas sete medidas de proteção por teleassistência a vítimas de violência doméstica e realizadas 12 declarações para memória futura.

A área de competência da Comarca de Coimbra abrange o espaço geográfico dos municípios de Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua e Vila Nova de Poiares.

Últimas do País

A linha de aconselhamento psicológico do SNS 24 já atendeu quase meio milhão de chamadas desde que foi criada em abril de 2020, logo após o início da pandemia, aproximando-se atualmente dos 430 atendimentos diários.
A PSP alertou hoje para a circulação de notas falsas em Bragança, usadas para fazer pagamentos em estabelecimentos comerciais e de restauração, tendo sido já constituída arguida uma jovem de 17 anos.
A Autoridade Marítima Nacional (AMN) vai reforçar os meios para assistência a banhistas, entre quinta-feira e 12 de abril, devido à previsão de aumento da temperatura, nas zonas Centro e Sul do país, revelou hoje a AMN.
O partido liderado por André Ventura quer levar mais longe o escrutínio sobre a gestão das vacinas contra a Covid-19 em Portugal e já conseguiu viabilizar no Parlamento um conjunto de audições a entidades-chave, incluindo o Infarmed.
A maioria dos cosméticos, equipamentos de proteção individual e suplementos alimentares comprados online a operadores fora da União Europeia não cumpre as normas europeias de segurança, revelou uma operação divulgada hoje pelo Infarmed que analisou mais de 11.300 produtos.
As prisões portuguesas atingiram em 2025 o seu nível de capacidade máxima pela primeira vez em seis anos, revelou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), entregue hoje na Assembleia da República.
Os tempos de espera para cirurgias programadas passam a partir de quinta-feira a ter apenas dois níveis de prioridade, segundo uma portaria hoje publicada, que duplica a espera em cirurgias para casos mais graves.
Mais de 2.400 organizações alertam hoje para “a lacuna profundamente alarmante e irresponsável na proteção das crianças” com o fim do regime europeu que permite detetar abuso sexual de menores 'online', a partir de 03 de abril.
O CHEGA quer avançar com uma investigação parlamentar à gestão das vacinas contra a covid-19, na sequência das notícias que apontam para ocultação de informações pelo Estado português nos contratos celebrados com farmacêuticas durante a pandemia.
O relatório identifica falhas na escolha de procedimentos e adjudicações repetidas num universo de 12,6 milhões de euros.