Meia centena em cordão solidário com profissionais do Santa Maria

© CM-Odivelas

Meia centena de médicos, enfermeiros e assistentes operacionais juntaram-se hoje em frente ao Hospital Santa Maria, em Lisboa, em solidariedade com os profissionais de saúde do serviço de ginecologia e obstetrícia, que encerra em agosto para obras.
Num cordão humano solidário, quiseram mostrar apoio aos profissionais daquele serviço, que mantêm um braço de ferro com o Conselho de Administração desde a exoneração do diretor do Departamento de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução, Diogo Ayres de Campos, e da diretora do Serviço de Obstetrícia, Luísa Pinto, que também participaram na iniciativa.Os médicos e enfermeiros recusaram falar com os jornalistas, alegando não terem autorização, e foi Afonso Moreira, representante do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, que integra a Federação Nacional dos Médicos (FNAM), que apelou ao diálogo, tanto com a administração como com a tutela, sublinhando a importância deste serviço do maior hospital do país.

“Estamos a solidarizar-nos com a postura dialogante e proativa que os médicos e médicas deste serviço têm assumido.”, disse o responsável, sublinhando que “esta situação de tensão não foi criada pelos médicos” e que as exonerações surgiram depois de estes profissionais expressarem “preocupações sobre o processo de encerramento da urgência obstétrica” por causa das obras.

Sublinhou que “tem havido sempre uma postura proativa” por parte dos médicos e que o mesmo não tem acontecido “do outro lado”.

Últimas do País

O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.