Euro recua mas mantém-se acima de 1,12 dólares

O euro recuou hoje ligeiramente, embora continue a negociar acima de 1,12 dólares, após a forte valorização que registou na semana passada.

Às 18h10 (hora de Lisboa), o euro negociava a 1,1234 dólares, quando na sexta-feira quase à mesma hora seguia a 1,1241 dólares.

O Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio de referência do euro em 1,1230 dólares.

A tolerância ao risco diminuiu hoje após a divulgação de dados piores do que o esperado sobre o crescimento da China.

A economia chinesa registou um crescimento homólogo de 6,3% no segundo trimestre do ano, aquém das expectativas dos analistas, já que o efeito base de comparação, após um ano de confinamentos rigorosos, fazia prever uma taxa superior.

No segundo trimestre, a economia chinesa cresceu apenas 0,8% em relação ao período entre janeiro e março.

A expansão mais robusta em termos homólogos deve-se em grande parte ao crescimento de apenas 0,4% registado durante o segundo trimestre de 2022, quando o país asiático impôs rigorosos bloqueios em Xangai e outras cidades visando conter surtos de covid-19.

Últimas de Economia

Mário Centeno, ex-governador do Banco de Portugal (BdP), disse que, com base nos valores da solução anunciada hoje por Álvaro Santos Pereira para Entrecampos, os edifícios cuja compra decidiu no ano passado já valorizaram 10 milhões de euros.
O número de turistas chegados a Portugal cresceu 3,3% em 2025 para 29,9 milhões de pessoas, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). O mercado espanhol manteve a liderança entre os mercados emissores, apesar do decréscimo de 0,6%, representando uma quota de 23,8%.
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a zona euro vai crescer 0,9% este ano, uma revisão em baixa face a abril, enquanto para 2027 a projeção permanece inalterada em 1,2%, no relatório divulgado hoje.
Os custos de construção de habitação nova subiram 6,9% em termos homólogos em maio, com aumentos no preço dos materiais (6,4%) e da mão-de-obra (7,5%), segundo a estimativa do INE hoje divulgada.
O consumo de energia utilizado para arrefecer as habitações na União Europeia (UE) duplicou em apenas seis anos, impulsionado pelo aumento das temperaturas e pela maior utilização de sistemas de ar condicionado, anunciou hoje o Eurostat.
A produção industrial diminuiu 3,8% em 2025 com o valor de venda dos produtos e prestação de serviços nas indústrias transformadoras a fixar-se nos 110,6 mil milhões de euros, de acordo com o Intuito Nacional de Estatística (INE).
A proposta do CHEGA para estabelecer um teto máximo de 4.500 euros líquidos nas pensões de reforma recolhe o apoio da maioria dos portugueses. Segundo uma sondagem da Aximage, 66% dos inquiridos concordam com a medida.
O consumo de eletricidade registou novos máximos na semana passada, em meses de verão, na sequência da onda de calor que se tem feito sentir em Portugal, de acordo com dados hoje divulgados pela REN.
A remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em maio pelo quarto mês consecutivo, para 1,48%, uma tendência em linha com a zona do euro, apesar de continuar abaixo do verificado no mês homólogo, divulgou hoje o Banco de Portugal.