Jovens do CHEGA discutem futuro da Europa na Academia Política de Verão

© Folha Nacional

O CHEGA organiza no início de setembro a terceira edição da Academia Política de Verão, dinamizada pela estrutura de juventude do partido, para discutir o futuro da Europa, a um ano das eleições europeias.

Numa nota divulgada, a coordenadora da estrutura que representa os jovens, Rita Matias, desafia os participantes a “refletir sobre o futuro do ‘velho continente’ e das instituições europeias”.

O tema desta edição, que decorrerá em Cascais, será “Quo Vadis Europa?” (‘Para onde vais Europa?’, numa tradução livre).

“Refletiremos durante três dias sobre que futuro queremos para a Europa e em que moldes se pode e deve operar a transformação que preconizamos”, refere a dirigente.

Rita Matias destaca “a pertinência” do tema, realçando que a União Europeia caminha “a passos largos para as eleições” de junho do próximo ano.

“Mas há uma razão mais profunda do que esta, é que boa parte da legislação aplicada no nosso país, ainda que disso não nos apercebamos, emana de Bruxelas e não de S. Bento”, sublinha.

A também deputada do CHEGA refere que a Academia Política de Verão “funcionará como uma simulação do Parlamento Europeu”, prevendo-se também trabalhos em grupo e ‘workshops’, e a elaboração de propostas.

De acordo com o programa, a Academia Política de Verão da Juventude CHEGA arranca, no primeiro dia, com uma visita à Assembleia da República.

A sessão de abertura, que vai decorrer na Sala do Senado do parlamento, vai contar com intervenções de Rita Matias e de outros dirigentes do partido, como os reitores da III Academia Política de Verão, Diogo Pacheco de Amorim e Ricardo Regalla.

O presidente do CHEGA, André Ventura também se dirige aos participantes na abertura desta iniciativa.

Ainda durante a tarde, está prevista uma palestra sobre “O futuro da direita europeia”, com a professora universitária Teresa Nogueira Pinto, e à noite a apresentação do livro “Tsunami – Trump, Trumpismo e a Europa”, do ex-presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Vasco Rato.

O segunda dia da III Academia Política de Verão do CHEGA conta com palestras do constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia (A Constituição Portuguesa, a União Europeia e o futuro), do advogado e professor universitário António Pinto Pereira (União Europeia: significado, contradições e futuro), do vice-presidente do CHEGA e do professor universitário José Bento da Silva (O aparente triunfo do pensamento mágico em política), além de ‘workshops’.

No último dia da iniciativa está prevista a simulação de uma sessão plenária do Parlamento Europeu, com intervenções do deputado e presidente da distrital de Lisboa do Chega, Pedro Pessanha, e do dirigente da Juventude do CHEGA Frederico Tropa, seguindo-se período de debate.

O encerramento fica a cargo de Rui Cardoso, dirigente da Juventude e diretor nacional da formação, António Tânger Corrêa, vice-presidente do CHEGA, e Pedro Pinto, líder parlamentar do CHEGA.

Últimas de Política Nacional

Décadas depois de terem servido Portugal em cenários de guerra, muitos Antigos Combatentes continuam a viver com pensões baixas e a lidar com as consequências físicas e psicológicas do serviço militar. Para o CHEGA, o apoio atualmente dado pelo Estado está longe de refletir esse sacrifício.
O líder do CHEGA aponta máximos históricos no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e acusa o Governo de encher os cofres à custa do aumento dos preços, enquanto famílias enfrentam um cabaz alimentar em máximos históricos.
Depois da saída precoce do enfermeiro, o Governo volta a nomear um responsável para a Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis (EMER 2030) sem ligação direta ao setor, mantendo a estrutura no centro da contestação política.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse hoje que “já tinha falado” com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre o impasse nas eleições dos órgãos externos e que “há dias” existia um acordo em relação à indicação dos candidatos.
Meses depois da passagem da tempestade Kristin, continuam visíveis os sinais de destruição em várias zonas florestais da região Centro do país. Árvores derrubadas, madeira acumulada e vastas áreas de mato e destroços continuam espalhadas pelo terreno, aumentando o risco de incêndios.
André Ventura apontou o dedo ao Governo e questionou a ausência de mudanças estruturais, num momento em que o país enfrenta pressão no custo de vida, nos combustíveis e no acesso à saúde.
A reforma antecipada de Mário Centeno passou de decisão interna do Banco de Portugal para tema central de escrutínio político, depois de o CHEGA ter exigido explicações no Parlamento. O foco está agora nos critérios, nos acordos internos e na transparência do processo.
O debate quinzenal com o primeiro-ministro deverá voltar a ficar hoje marcado pelas consequências da guerra no Médio Oriente, com a oposição a pedir mais medidas ao Governo para atenuar o efeito do conflito na economia.
O escândalo sexual que abalou os Estados Unidos e expôs uma rede internacional de tráfico e abuso de menores pode voltar a ganhar destaque em Portugal. Desta vez, com um pedido político claro: saber se há portugueses envolvidos.
O partido liderado por André Ventura pediu explicações em novembro do ano passado sobre a escalada dos preços dos alimentos. O requerimento foi aprovado, mas meses depois a Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Agroalimentar (PARCA) ainda não apareceu, num momento em que o custo do cabaz alimentar continua a subir e a pressionar as famílias.