6 Dezembro, 2023

Contra o Fascismo… Sempre!

É uma coisa que os incomoda, que os enerva, é uma ideia que eles odeiam, mas garantidamente se aceitarem, dói muito menos. É mesmo uma questão de hábito, vamos lá então.

© Folha Nacional

Em várias cidades do país ocorreram no sábado manifestações de protesto pelo “direito à habitação”, “direito” esse que parece que a Constituição diz que as pessoas têm. As manifestações também são um “direito” que as pessoas têm e na Constituição não consta nenhum artigo que mencione esse direito, como monopólio da esquerda. Mas a “esquerda” e muitas pessoas de esquerda, acham que só elas é que são pessoas e como tal, só elas é que têm esses direitos, os outros, os cidadãos de “direita”, eles não consideram pessoas e como tal não podem usufruir dos tais “direitos”, nem à habitação, nem a manifestarem-se, nem à saúde, nem a nada. Aliás, ser de “esquerda”, está a tornar-se numa doença mental, de cariz fascizante, em que eles têm direito a tudo, inclusive de impor obrigatoriamente e por lei, aquilo que pensam, e os outros não têm direito a nada, porque não pensam como eles. E isto é assim, porque ao longo de quase 50 anos, esta filosofia de vida foi instalada na sociedade portuguesa, com a permissão dos partidos que, não sendo considerados exatamente de esquerda, não só permitiram, como até colaboraram.

Acontece que, entretanto, apareceu na política nacional um partido, o Chega, que veio reposicionar o cidadão de “direita”, como indivíduo em plenitude de igualdade com qualquer outro. Veio dizer que os cidadãos que pensam diferente do Bloco, do PCP, do PS, do Livre e de outras organizações marxistas, leninistas, maoistas, trotskistas, etc…, têm exatamente os mesmos direitos que eles. E têm. Têm o mesmo direito à habitação, à saúde, à educação, ao protesto, à manifestação, etc….. Só a mentalidade de génese fascizante, repito, da esquerda, é que os impede de terem a noção de que não têm os monopólios daqueles direitos.

Têm de se habituar à ideia, são obrigados a habituarem-se à ideia de que eu, cidadão de DIREITA, tenho os mesmos direitos que eles têm. É uma coisa que os incomoda, que os enerva, é uma ideia que eles odeiam, mas garantidamente se aceitarem, dói muito menos. É mesmo uma questão de hábito, vamos lá então.

Isto vem a propósito das manifestações do sábado passado, em que três deputados do Chega, foram insultados, agredidos e expulsos da manifestação em Lisboa, pelos tais esquizofrénicos sociais, porque queriam precisamente protestar contra a falta de habitação e de medidas políticas, tendo que ser escoltados por um cordão policial que os protegeu da fúria fascista totalitária.

Para as ditas organizações de esquerda que promoveram as ações de protesto e manifestações, a democracia termina no exato momento em que alguém discorda deles, eles são os padroeiros do pensamento político e social. Julgam-se seres superiores, únicos e os Donos Desta Democracia, aos “donos disto tudo”, aparecem os DDDs.

Isto é a democracia deles e é um conceito que a esquerda inverteu em 50 anos. E está de tal forma invertido, que os cidadãos, incluindo os que não são propriamente de esquerda, aceitam esta estranha forma de sociedade como natural e legítima e os órgãos de soberania, bem como os poderes instalados, agem em conformidade com este deturpado, ilegítimo e ilegal conceito de DEMOCRACIA.

O Chega pode até nunca ser governo neste país, o futuro só Deus sabe, mas esta batalha dos direitos das pessoas de “direita”, está a ser travada e pela parte que me toca, estou absoluta e inequivocamente solidário com o Chega nesta luta e neste caso em particular, com os deputados Rui Paulo Sousa, Filipe Melo e Jorge Galveias, que foram ofendidos, agredidos e expulsos da manifestação.

Contra o fascismo, sempre.

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