Mais 440 ocorrências até às 17:30, a maioria no Norte e Centro

A Proteção Civil registou 441 ocorrências, até às 17:30 de hoje, relacionadas com o mau tempo, principalmente nas regiões Norte e Centro, mas sem provocar vítimas, afirmou fonte oficial.

© D.R.

Conforme disse à Lusa o comandante José Miranda, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), as 441 ocorrências registadas entre as 00:00 e as 17:30 mobilizaram 1.506 operacionais envolvidos nas ações de socorro.

Em termos de regiões mais afetadas, o responsável da ANEPC adiantou que Coimbra registou 72 ocorrências, seguida da Área Metropolitana do Porto, com 65, e Viseu, Dão e Lafões com 64 registos.

Em relação ao tipo de ocorrências, 190 respeitaram a quedas de árvores, 114 a inundações, 79 a limpezas de vias, 32 a quedas de estruturas e 24 a movimentos de massas (nomeadamente deslizamentos de terras), explicou a fonte da ANEPC.

Segundo José Miranda, até ao momento “não há vítimas a registar”.

Os distritos de Coimbra, Guarda, Viseu, Aveiro, Vila Real, Porto e Braga estiveram sob aviso meteorológico laranja até ao início da tarde devido à previsão de períodos de chuva, por vezes forte e persistente, em especial nas serras.

Também por causa da chuva, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou os distritos de Leiria e Castelo Branco em aviso amarelo até às 15:00.

O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe “situação meteorológica de risco moderado a elevado” e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

A ANEPC emitiu na quarta-feira um aviso à população, com base na informação meteorológica do IPMA, de previsão, nas 24 horas seguintes, de “precipitação forte e persistente, vento forte e agitação marítima”.

Além de “precipitação forte e persistente, em especial no Norte e Centro”, o aviso apontou para “vento muito forte com rajadas até 85 km/h nas terras altas do Norte e Centro” e “agitação marítima forte, com ondas de quatro a cinco metros”.

Últimas do País

Envolvido na Operação Hermes, Rui Dinis recuperou a liberdade e publicou mensagens provocatórias dirigidas à Polícia Judiciária.
O líder parlamentar do CHEGA saiu em defesa dos agentes envolvidos nos incidentes do Porto, denunciando agressões e apontando o dedo a elementos da extrema-esquerda. "Crise da habitação não pode justificar o incumprimento da lei", sustentou.
Antigas funcionárias denunciam alegadas agressões, alimentação forçada e administração de gotas para dormir destinadas a adultos. Uma vizinha chamou a polícia após ouvir choros persistentes e pedidos de ajuda. Diretora nega as acusações.
Mafalda Anjos atirou-se a André Ventura durante uma intervenção na CNN Portugal, numa discussão em que estiveram em destaque propostas do CHEGA para reduzir as portagens e baixar a idade da reforma. A comentadora da CNN Portugal afirmou que "as propostas do CHEGA vão contra a democracia".
Sete pessoas ficaram feridas, uma com gravidade, na tarde de hoje, em Bragança, após desacatos entre várias pessoas, que culminaram em colisões rodoviárias, e que tiveram início no rapto de uma criança por um dos seus progenitores.
O Tribunal de Bragança decretou hoje prisão preventiva para o homem que foi detido na terça-feira pela GNR, numa fiscalização rodoviária, com mais de 2.500 doses de droga.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve na região de Lisboa um homem estrangeiro suspeito de se ter casado com uma portuguesa residente em França para obter título de residência em Portugal, anunciou hoje a força policial.
A Polícia Judiciária deteve, em Silves, um cidadão estrangeiro de 44 anos, suspeito de cinco crimes de abuso sexual contra a filha de 11 anos da companheira. Os alegados abusos terão ocorrido durante cerca de um ano, na residência onde o homem vivia com a criança e a mãe.
A Polícia Judiciária investiga um alegado esquema de fraude fiscal envolvendo empresas de prateleira utilizadas em operações imobiliárias de elevado valor. As suspeitas apontam para um prejuízo superior a 66 milhões de euros para o Estado, devido à utilização indevida de isenções do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT).
A recolha seletiva de embalagens aumentou apenas 0,9% no primeiro semestre de 2026, apesar do reforço do financiamento do setor. As entidades gestoras alertam para a dificuldade em cumprir as metas europeias, numa altura em que a recolha de plástico e aço está a diminuir.