22 Julho, 2024

Como vai Ilustre País?

 Não tão bem, como devem calcular os meus ilustres habitantes

 Portugueses.

  Estou a constatar uma dura realidade que não devia de todo existir. O País está a ficar com uma sociedade muito doentia e sem valores.  isso traz-me uma grande preocupação enquanto país de outrora, de épocas salutares e de vivências harmoniosas. Onde a calma imperava com bom senso, respeito e regras de conduta. Valores esses, que todos respeitavam, aceitavam e faziam questão de seguir.

Pois, infelizmente, pelo contrário, nos tempos de hoje, como já não bastasse, desprezam-se e desvalorizam-se, as boas práticas e tramites que deveriam existir numa sociedade de Direito e de respeito. Vê-se, assim, desta forma, que as práticas saudáveis do antigamente, já não fazem parte do dia a dia de hoje, nem sequer já são postas em prática, nem se veem acontecer. Vejo sim, deste modo, surgirem vicissitudes constantes na vida, que surgem das más condutas, más práticas políticas e sociais no dia a dia de hoje.

Tenho constatado, que há uns bons anos a esta parte, em solo meu pisam aviões vindos de diversos pontos do Mundo de uma forma bastante exagerada e abusiva.

 O Porquê desta invasão desenfreada, não sei eu responder. Só sei que sou governado sem rei nem roque.

Quem é o grande responsável?! Por tamanho abuso?! Quem é? Quem é?

Nós os verdadeiros portugueses escusamos obter respostas, pois os verdadeiros culpados não têm vergonha, nem dão a cara. 

Que grande Cobardia  

Governantes?!… Onde é que vocês andam?

A que ponto cheguei.

constato com frequência, infelizmente, na desgovernação deste país, em que cada vez mais impera a imbecialidade e o desrespeito por tudo e por todos os portugueses de bem.

Estou-me a sentir velho, cansado e doente.

Ando farto das trapalhadas, levadas à cabo e geradas pelos humanos que me governam/desgovernam, com o propósito de se darem ao luxo de deixarem que eu seja pisado constantemente de forma tão abusiva e chocante. Chega mesmo doer tanto!…até não aguentar mais. Tamanho atropelo, esse, que é de uma teimosia extrema e insana, ao insistirem em não me darem o verdadeiro e devido valor.

Que Chatice e que tristeza, ver-me governado com tanta insanidade e leviandade levadas a cabo, por uma cambada de acéfalos ignorantes.

Vou começar a desabafar, que bem preciso.

Tanta gente descontextualizada que vejo a pisar no meu solo.

Já não me habituo a mudanças tão radicais e comportamentais deste calibre.

Aos meus conterrâneos de tempos longínquos dirijo-me para dizer o seguinte: 

Estou saturado de tantos ignóbeis e energúmenos, nos tempos atuais. Tanta maltosa maltrapilha e pé descalço.

Tanta asneira a ser praticada, tanta falta de regras e falta de escrúpulos, que até dá dó. Tanta ignorância junta e tanta insensatez à mistura. Estou mesmo em estado de ebulição.

 Existem formas e normas ao entrar num País. País esse, que se proclama civilizado.

 Normas essas, que não se veem a ser praticadas por cá.                                                           

Veem-se pessoas a entrar e pisar no meu solo, oriundas de várias origens do mundo, que até fico abismado como é que se entra num país de uma forma tão abusiva, leviana e permissiva.

  A agravante disto é o seguinte: Aquando da entrada desta gentinha toda, vem o bom, o mau e afins, pois Portugal tem o péssimo hábito de não fazer uma seleção e triagem criteriosa, ao filtrar quem deve entrar e quem não deve entrar, para o próprio bem do País. Que abuso e perigo, minha gente!

Como posso suportar tamanha insensatez e abuso?

Quem é o responsável por isto tudo? Quem é?! Quem?! 

Infelizmente, não se vê ninguém do nosso estimado governo a dar a cara. Que vergonha, minha gente!

A onde querem chegar com este tipo de medidas desastrosas e tanta veleidade à mistura?

Têm a certeza que estão a governar Portugal?

Andam no estrangeiro a passear? Que maravilha!!……

Como sempre neste Estado de Direito, nunca existem nem aparecem os responsáveis por tamanha insensatez e irresponsabilidade. Isto é um regabofe, em que cada um faz o que quer, sem limites razoáveis e ponderados. Uma vergonha, para outros países meus vizinhos que assistem de camarote ao fim de um país vizinho, que foi em tempos uma grandiosidade em todos os aspetos. 

Dizia-se em tempos que este país estava prestes a tornar-se numa Suíça Portuguesa, devido à ordem e respeito no controlo das entradas e saídas por avião, e outros meios de transporte. Em que eram efetuadas e levadas a cabo com inteligência as devidas vigilâncias, para que houvesse e se desse um rumo sensato às diligências exigidas e levadas a cabo para esse fim. Tudo o que fazia parte da segurança de um país deveras civilizado, que em tempos foi, era feito com o rigor e criteriosamente. Imperava, assim, a ordem e respeito, nas instituições governamentais, em tempos idos, que se regia pelas boas práticas e condutas salutares. Desde o clima fantástico existente, à sua situação geográfica maravilhosa até às suas tradições e culturas milenares, era tudo fantástico neste país maravilhoso.

Agora!? Agora é a rebaldaria constante, do pé descalço!

Ai, Meu Deus! Tanto pé descalço… tanto pé descalço a cheirar a chulé. Tenham dó. Já estou farto deste odor incomodativo e insuportável.

Até fico incomodado com o mau cheiro!

Tenham dó! Comecem a trazer gente com bons sapatos, boas roupas e boas maneiras!!… Please. E imperioso isso.

Isto tem sido uma constante bandalheira. Até faz dó!

Só sei que de um momento para o outro, num abrir e fechar de olhos, o meu território, para minha infelicidade, tornou-se na Républica das bananas. É mesmo triste! Ter chegado eu a este ponto.

Agora pergunto eu, enquanto país que sou!!…

Como é que isto aconteceu? Como é possível isto ter virado um regabofe?

Em que ninguém leva nada a sério! 

Onde estão os verdadeiros Homens salutares e decentes de outrora?

Que grande tristeza que sinto!…

O meu desabafo é de que, se fosse enumerar tudo que devo e não devo, não saía daqui hoje.

Vamos lá começar: 

Existem pais/ encarregados de educação, neste ilustre País, que se demitem do papel de pais e, não obstante a isso, e mais grave, ainda, é de que vêm de outros países de origem a Portugal propositadamente parir/dar à luz os seus ilustres rebentos. Logo de seguida, depois de eles nascerem registam-nos e voltam para os países de origem trabalhar e fazer a vida delas, deixando as crianças entregues aos irmãos mais velhos, primos, avós moribundos, tios e até amigos.

 Deu-se um grande crescimento da natalidade em mães estrangeiras de 14,5% contra 68% de mães portuguesas. Dito pelos médicos Portugueses.

Os médicos informaram, ainda, de que existem pessoas estrangeiras que vêm a Portugal, propositadamente, para terem os seus rebentozinhos.

Médicos afirmam, ainda, que estas pessoas de várias origens que não são portugueses, denominados, assim, Extra- europeus, dão-se ao luxo de virem e entrarem em Portugal de qualquer maneira, para terem os filhos, pois dá-se, infelizmente, o caso de que em Portugal não há o devido controlo fronteiriço necessário e com regras rígidas no controlo destas entradas e saídas abusivas, que ultrapassam os limites da razoabilidade. Devia-se acabar de vez com este regabofe abusivo. Extra- europeus, esses, que veem com o intuito de ter os bebés no nosso país Portugal, porque afirmam que em Portugal é grátis tê-los.

Então caríssimos leitores! Isto não é um abuso de uma extrema gravidade?

Mas temos que levar e sustentar uma coisa destas?

Nós contribuintes, não sei se já perceberam estamos a pagar este regabofe abusivo…. destas almas iluminadas. Armadas ao pingarelho, com uma esperteza saloia, descarada e abusiva.

Nós Portugueses!! Vamos deixar que este abuso continue?

Então? O que vem a ser isto?

Onde estão os nossos governantes/ desgovernados?

Será que se enfiaram em tocas? taparam os ouvidos?  fecharam os olhos? e taparam a boca? Como os macacos? Terá sido, essa, a razão para tanto disparate consecutivo nestes últimos anos? Só vejo essa saída!

Então!… desta forma! Nós portugueses, não temos outro remédio, senão aceitar tamanha insensatez, em que somos obrigados de animo leve, indiretamente, a levar com a responsabilidade de acarretar com as despesas destas almas abusadoras, atrevidas e ranhosas. Saliento e levo à consideração dos iluminados senhores, que nós verdadeiramente portugueses, todas as despesas inerentes aos nossos filhos, logo a nascença, fomos nós que suportamos sem que tivéssemos tido a comparticipação do estado, no nascimento dos nossos filhos. E agora os nossos governantes têm a distinta lata, de nos obrigarem, enquanto contribuintes, indiretamente, a sermos chamados a ter como obrigação, em contribuir para esta cambada de abusadoras?  Sem que ninguém, responsável do governo, tome as devidas medidas e precauções para que este tipo de abusos! De extrema gravidade! Deixem de existir? 

Mas que governantes são estes em Portugal?!!! Enlouqueceram? Só pode mesmo. Que gente louca.

Por favor existe um limite. Nós temos que acabar com este regabofe continuo. Já começa a cheirar muito mal. Cheira mesmo muito mal. Já começa a ser um cheiro nauseabundo. Já nem se aguenta.

Alguém que esteja lucido e com as suas capacidades e faculdades mentais boas e em ordem, tem que fazer alguma coisa urgentemente, para acabar com este grande abuso que se passa em Portugal e que não se vê de todo acontecer nos outros países europeus.

Pelos vistos, os nossos governantes estão-se a marimbar, para esta questão gravíssima e deveras importante e preocupante. 

Aí começa o busílis da questão:

Essas mães de acordo com a informação, vêm cá ter os seus rebentos, pois dizem confiar no nosso sistema de saúde. Como é que não hão-de confiar? Se até é de graça?!!!  Desta maneira até os santos confiariam. E como não bastasse, outras tantas, vêm cá ter os rebentos, mas, dizem elas, voltar aos países de origem com os filhinhos adorados. Isso é o que elas dizem! Mas não é o que corresponde à verdade. O que dizem, não é de todo verdade. Essas ditas pessoas abusadoras, aproveitam-se da oportunidade, distração e facilitismo por parte do nosso estimado governo, para nacionalizarem logo os seus adorados rebentos, para que eles fiquem com a nacionalidade portuguesa. De seguida vão à vida delas para os seus respetivos países de origem, ficando os rebentos em Portugal ao Deus dará. Entregues a eles mesmos ou entregues aos seus familiares, amigos e até irmãos mais velhos.     

A pergunta que eu faço é a seguinte:

Como é que eu enquanto país, posso ter condições de desenvolvimento, crescimento e até de poder criar riqueza, se existem práticas tão abusivas deste género e calibre a serem levadas a cabo? E sem que haja ninguém sério e com o juízo perfeito, que ponha cobro a isto? Que Vergonha!

Caríssimos governantes! Vocês não têm? Vergonha na cara?!!!  

E o pior é de que ninguém dá um passo para resolver tamanha insensatez, porque é politicamente correto não se fazer nada e deixar andar, ou então, não é politicamente correto tomar medidas concretas, assertivas e lógicas em relação a este estado de coisas absurdas, abusivas e revoltantes, que estão bastante erradas.

Vejam lá, Exmos. Senhores, responsáveis por esta façanha, se começam a ver as coisas com assertividade para que estas situações graves e fora do normal sejam resolvidas. Não baralhem um sistema onde se prima por normas que são legisladas num Estado de Direito que se diz normal e que em tempos foi eficiente.

Não se pode governar um Estado de Direito, sacudindo a poeira do capote e virar a cara para o lado. Um bom Estado da Nação, impõe regras que deveriam ser cumpridas na integra e respeitadas.

Vejam lá se primam pela sensatez, pois têm passado dos limites da razoabilidade.

Que grande lata minha gente.

Vejam lá se resolvem esta situação anormal, e a quem de direito, chame à atenção desta gente que não conhece os limites da razoabilidade e do bom senso. Além disso, devem incentivar estas pessoas a cumprirem com um bom planeamento familiar dentro das normas exigidas pela lei.  Este planeamento, já devia estar posto em prática há muito tempo. Fazer ou trazer um filho ao mundo é uma grande responsabilidade. Estas pessoas não devem ter filhos só porque sim, só porque não, para que depois venha a sobrar para os outros, ao serem obrigados a tomarem conta do que não é deles, ao ficarem com tamanha responsabilidade nas mãos. OK? Estamos combinados? Exmos. governantes/ desgovernados?

Ofereçam a esta gentinha uma televisão para que eles se entretenham a mexer nos comandos da televisão e assistirem a programas de cultura e civismo e ocuparem, assim, o tempo a ver TV, sem ser sempre a de fazerem filhos para os outros aturarem.

Agora, pergunto mais uma vez:

 Onde é que andam os governantes deste País para pôr cobro as estas situações anormais? Acredito que noutros países europeus, não surjam tantos destes casos de uma maneira tão abusiva e leviana. Nesses países vizinhos, as pessoas entram já com contratos de trabalho firmados e os filhinhos entram com eles de uma forma regrada e dentro da lei, que se rege pelos tramites normais existentes nesses países. Países onde impera a o civismo e o bom senso. Até as criancinhas já sabem respeitar as regras de conduta implementadas nesses países.

Que tristeza minha gente, ao que nós chegamos! 

Infelizmente, existem muitos casos destes a surgirem nas escolas Portuguesas.

Vejamos alguns exemplos flagrantes da vida real, deste absurdo:

Mãe deixa filho menor, entregue a uma avó com demência e volta ao país de origem, onde trabalha. Envia dinheiro à sua mãe, para a senhora fazer face às despesas do neto, não na totalidade pois muitas das vezes é a avó, que com muitas dificuldades tem que ajudar o neto.

Quando o seu rebento, o rapazinho faz disparates e é incorreto na escola, a avozinha vê-se na obrigação de se deslocar à escola cheia de dificuldades de locomoção, para tratar de assuntos relativos ao mau desempenho do seu educando em todos os aspetos.

No caso da mãezinha do rapazinho, o seu papel, é a de à distância ter a distinta lata e mau hábito, em dirigir-se e tratar mal os docentes do seu rebento insultando-os porque, segundo ela, os docentes não têm paciência para o seu docinho. Teima nesta postura incorreta e abusiva, via WhatsApp, e outros meios de comunicação, pois está ausente de Portugal. 

 A este descalabro todo, acrescenta-se, mais um caso insólito, que se passa a descrever:

Que direito tem esta gente, de deixar 2 irmãos adolescentes em casa, entregues a eles mesmos?  Quem permite? Tamanha insensatez? Que Nação é esta em que se deixa e permite que esta gente embarque descansada, assim, de uma forma tão leviana para o país de origem para fazerem as suas vidas e trabalharem? Deixando para trás os seus educandos de uma forma tão absurda e insensata, em que pessoas sensatas e de bem não fariam de todo?

Quem é que os atura?!!! Quem é que consegue aturar estes rebentos, nestas circunstâncias?!!!  Claro que tem que sobrar para alguém! Neste caso é a comunidade escolar que se vê aflita e em apuros, para os orientar e ensinar, porque estas criancinhas, deixam de estar predispostas às aprendizagens levadas a cabo pelos professores. Pois não têm, um ambiente salutar em casa para que o processo ensino/aprendizagem se faça de acordo com os moldes e parâmetros que se dizem normais e salutares. Para que as exigências de um bom ensino sejam cumpridas dentro dos padrões normais, as regras de conduta e os comportamentos desses alunos devem primar pelos padrões básicos, exigentes e normais de um ensino que pauta pelo respeito pelo próximo. As regras de conduta destes seres, têm que basear e reger pela integridade e pelo respeito, de acordo com um bom ensino/aprendizagem. Para que se possam atingir as metas desejadas nas escolas, dentro das normas da lei, é preciso e é fundamental saber respeitar as instituições de ensino. 

O que, infelizmente não acontece.

Que país é este? Que grande regabofe, minha gente.

Aí vai mais um caso.

Pais negligenciam filho menor.

Mãe não vive com o filho que está entregue aos cuidados de um tio. Quando se trata dos problemas disciplinares do filho esta mãe, vai à pressa e contrariada à escola para ficar a par das diabruras do seu filho. Mas nada resolve. Filho de pai ausente, que nada quer com o filho.

Agora, mais uma vez se põe a tal pergunta!

Quem o responsável, por isto tudo? Em parte, a culpa é dos nossos estimados governantes que distribuem subsídios a torto e a direito. Nem se dão ao cuidado de ver quem precisa ou não precisa de subsídios e quem os está a receber de forma abusiva.

Estas pessoas precisam com urgência de uma boa educação e orientação, não de subsídios. Pois muitos deles aproveitam-se dos subsídios para comerem fora a maior parte das vezes e terem bons carros para mostrar.

Esta gente precisa de outro tipo de orientação. Educação, civismo e regras de conduta que as vão levar a saber viver em sociedade. 

Há pessoas que precisam mesmo de subsídios e não têm. E outros servem-se dos filhos para conseguirem tê-los.

Que vergonha, minha gente.

Ora esta!!!! Estejam descansados que não vamos ficar por aqui! Existem milhentas escolas com estes problemas gravíssimos. 

Os responsáveis por esta anormalidade sacodem o capote e lá andam eles todos felizes por darem subsídios de mão beijada a pessoas que não merecem e nem deviam ter direito. 

Isto é um descalabro para a moral e sistema político de uma sociedade de direito.

E há mais casos. Ora vejam só.  

Pai eletricista em Portugal, tem 8 mulheres num dos Países Palop, destas 8 mulheres ele tem uma quantidade razoável de filhos de cada uma delas.

Os filhos quando chegam à idade de estudar, são enviados para Portugal para poderem estudar cá, conseguindo desta forma a grande proeza de terem as regalias e mordomias que querem e que o nosso querido estado distribui de boa vontade. Pois para além do nosso Estado estar a leste da realidade, não se dá ao trabalho de mandar investigar tamanho abuso do que se está a passar. Nem sequer quer saber. Nem está para aí virado. Prefere estar no anonimato e ter a distinta lata em desconhecer os factos apontados e distribuir subsídios a torto e direito.

 Estes seres, são registados, pelas mãezinhas e paizinhos, para poderem adquirir a nacionalidade portuguesa e depois vivem à revelia das leis numa sociedade de direito. Vivem à conta dos subsídios que lhe são dados de mão beijada.

Regalias estas que só cá conseguem ter. Estes abusos constantes, nem nos países de origem dos pais e restante família conseguem, pois por lá não deixam que isso aconteça. 

Quem é que paga? Quem é? Quem é? Claro que somos nós os contribuintes.

 Continuando… Os filhos destas mães todas e mulheres do nosso eletricista estão espalhados por várias escolas do nosso país, sem terem qualquer sucesso escolar e já a fazerem parte de gangues perigosos de assalto às pessoas que se cruzam com eles.

É de salientar que estes estes chuchus, deste pai eletricista estão entregues a eles mesmos e a sobreviver à conta dos contribuintes Portugueses.

Continuando….

Outro caso.

Pai e filho vêm de um dos países palops como refugiados.

 O pai do nosso rebentozinho em questão, foi pai aos 15 anos de idade.  A criancinha que tem dezassete, a fazer já 18 anos, está a ser criada pelo pai que não tem capacidades a todos os níveis para o educar e orientar.  Quando chegaram a Portugal, vieram para um quarto subsidiado pelo estado e agora já vivem numa casa subsidiada, igualmente, pelo estado.

O filho já frequenta a escola há quatro anos. Tem 17 anos praticamente a fazer 18, não tem tido sucesso escolar e só está na escola a perder tempo, pois não estuda, não tem interesse por nada e só faz e cria desacatos na comunidade escolar.

Há três anos o pai foi chamado à escola, pois o seu chuchu, além de faltar às aulas não se aplicava nos estudos. Ia para a sala de aulas perturbar as aulas, ao ponto de não deixar nem permitir que um salutar ambiente escolar se criasse e estabelecesse dentro da sala de aulas, para que os professores pudessem lecionar dentro dos parâmetros normais e razoáveis que dizem respeito ao processo ensino/aprendizagem.  

Sendo, assim, foi necessário e premente chamar o pai diversas vezes à escola, para tratar das questões relativas ao rebento, mas sem sucesso. Mas adianta-se já que este pai, também não tinha, a capacidade suficiente para ajudar e orientar o filho.

Entretanto, conseguiram depois de muitas tentativas falhadas, fazer com que o pai se deslocasse à escola, finalmente, para ficar inteirado e a par da situação escolar do filho. Que era muito ruim…

No dia da reunião com o pai do Chuchuzinho! O pai foi confrontado com a triste realidade escolar do filho.

 O dito pai, teve conhecimento por parte do tutor escolar do filho, que devido ao desinteresse e idade dele nas atividades escolares, era melhor ser acompanhado e inscrito numa associação que o orientasse e onde ele pudesse adquirir conhecimentos básicos do saber estar, conhecer as regras de conduta, ter acesso a uma salutar orientação, e pudesse ser encaminhado, futuramente num curso profissional, que seria uma mais valia, devido à sua idade. Seria benéfico para ele, pois futuramente teria uma profissão para desempenhar. 

Escusado será dizer, que devido à ignorância do pai que não aceitou e rejeitou todo este trabalho bastante árduo da equipa que orientou este processo, foi tudo em vão, pois, o paizinho no fim de ser esclarecido, ainda, conseguiu ser incorreto e desagradável, para com os responsáveis escolares que se dedicaram de corpo e alma a este processo.

Existem muitos outros casos iguais ou parecidos a este, nas escolas deste país. Não é caso único.

Escusado, também, é a de acrescentar que este individuo já é um homem, com 18 anos. Finalmente este ano conseguiu-se que ele fosse encaminhado para uma instituição.

Dá jeito a estes seres vivos (Paizinhos), que os seus filhos se mantenham na escola, para receberem o tão aguardado abono escolar dos filhos e o tão desejado subsídio de reinserção. É fácil viver, assim, não é? Viver à custa de quem trabalha. É preciso terem lata.

Os nossos governantes são os maiores responsáveis e culpados por isto tudo que acontece de anormal no nosso país. Pois estão-se nas tintas. E lavam daí as mãos. Preferem distribuir o dinheiro desta forma abusiva.

Pois, somos nós contribuintes a pagar a fatura dos gastos destes seres inúteis à sociedade. É dos nossos bolsos que sai esta grande fatia de abuso levado a cabo pelos nossos governantes. Que não têm vergonha na cara.

Vou enumerar mais um caso deveras disparatado e incrédulo. 

Um dos hospitais de Lisboa é considerado a grande chocadeira dos países Palops.

Todos sabemos, como já foi frisado e referido em cima, de que é do interesse destes países palops virem a Portugal terem os seus rebentos e agora para juntar ao ramalhete, pessoas de origem árabe, brasileira e asiática, também, começaram com o mesmo sistema, pois sabem de antemão que têm vantagens com isso de diversas e diferentes maneiras e circunstâncias. Uma coisa é certa ficam sempre a ganhar.

Portugueses de bem, comecem a abrir os olhos, pois os nossos governantes indiretamente estão-nos a querer e fazer passar por idiotas, e nós não podemos deixar que isso aconteça. 

O Estado Português está a abrir precedentes muito graves e sérios para com Portugal.

 O cerne da questão é o seguinte:   Devia haver alguém capaz e com bastante influência que pusesse um travão, em certas medidas levadas a cabo pelos nossos estimados governantes no que diz respeito ao O.E., pois vai ser a classe média a maior prejudicada, devido à prepotência gerada pelos governantes. 

Os governantes estão cada vez mais gordos e nós cada vez mais magros.

Em Portugal, os Governantes pagam com agrado a quem não trabalha. Não pagam a quem trabalha.

É tempo de abrirmos os olhos.

É caso para se dizer:

«Cuidado pessoal, estamos num Estado à deriva.»

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