Mais de dois milhões de portugueses vivem na pobreza. “Não podemos tolerar este nível de miséria”, afirma Ventura

Segundo dados do Eurostat, 25% dos portugueses considera-se pobre e essa carência acentua-se nas mulheres.

© Folha Nacional

A pobreza e a miséria estão a alastrar no nosso país. É isso que indicam os dados do Eurostat, dados a conhecer hoje pela manchete do Jornal de notícias. 

Este estudo revela que 23,4% dos residentes no nosso país se consideram em situação de pobreza, sendo que essa carência se agrava quando se trata de mulheres. Quase 24% das mulheres portuguesas afirmam ser pobres, ao passo que nos homens essa perceção baixa para 22,9%. 

Outro aspeto que salta à vista deste estudo, para além de as mulheres estarem mais vulneráveis à situação de pobreza, é o facto de a falta de meios financeiros para fazer face às despesas mais básicas ser três vezes superior na população com menos estudos. Ou seja, quem tem formação superior, à partida tem menor risco de pobreza.  

A par deste estudo, foi publicado outro da mesma entidade que dá conta que Portugal, a par de outros países da Europa, enfrenta uma grave crise de natalidade, acontecendo mesmo a um ritmo mais rápido do que na média europeia. No nosso país, só 27,6% das casas têm crianças, sendo que em 17% das habitações vive apenas uma criança; em 9% vivem duas e em 1,7% vivem três.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.
A Assembleia Municipal de Oeiras rejeitou uma proposta apresentada pelo CHEGA que defendia a transmissão pública das reuniões da Câmara Municipal e das Assembleias de Freguesia do concelho.
O CHEGA entregou este domingo a proposta de constituição de um inquérito parlamentar à Operação Influencer para aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para impedir o enfraquecimento das competências do Tribunal de Contas (TdC) e manter o atual sistema de visto prévio sobre contratos públicos.
O presidente do CHEGA contestou a maioria de direita a reconfirmar o decreto que prevê a perda da nacionalidade, apesar do chumbo do Tribunal Constitucional, defendendo que, em alternativa, deve ser realizado um referendo sobre esta matéria.
O CHEGA apresentou um projeto de lei na Assembleia da República para eliminar vários benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos, defendendo que não faz sentido existirem “privilégios” para estruturas partidárias enquanto os contribuintes enfrentam uma carga fiscal cada vez mais elevada.
Uma nova sondagem da Aximage revela que a maioria dos portugueses concorda com a proposta do CHEGA para baixar a idade da reforma. Segundo os dados divulgados, 69% dos inquiridos apoiam a medida defendida por André Ventura.
Luís Montenegro afirmou que a situação económica e financeira de Portugal está melhor do que a da Alemanha, declarações que estão já a gerar críticas e incredulidade nas redes sociais.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para reforçar os poderes das Polícias Municipais, permitindo clarificar legalmente a detenção de suspeitos em flagrante delito e a sua entrega imediata à PSP ou à GNR.