22 Fevereiro, 2024

Um Santo e Feliz Natal!

A grande solenidade do Natal aproxima-se.

O dia 25 está aí e, mais uma vez, o Menino Jesus prepara-se para nascer, dando esse sinal de Vida, de Fé, de Afecto e Esperança de que estamos todos cada vez mais carentes. 

As ruas, as casas, os espaços comerciais, os transportes públicos, as lojas, o comércio, as pessoas na rua, nos transportes públicos e no trabalho mostram-nos uma constante azáfama. É assim todos os anos, com uma agitação enorme. Afinal, o nascimento do Menino a todos nos entusiasma, emociona e mobiliza.

Que este tempo de festa, particularmente nos conturbados tempos em que vivemos, com tantas famílias a passarem dificuldades em colocar o essencial na mesa, nos faça concentrar no essencial. E o essencial está – ou deve estar – no nascimento do Menino Jesus. 

O Natal é essa mensagem essencial de simplicidade, de natalidade e da VIDA! A vida que se renova todos os anos. A renovação que nos traz a tão necessária Esperança. Afinal, sempre que há Vida há Esperança. E o renovar o nascimento de Jesus, todos os anos, dá-nos essa alento esperançoso de que tanto necessitamos. Especialmente num mundo que, cada vez mais, descarta o valor da Vida humana. 

Hoje, nas vésperas da noite de Natal, ainda estamos a tempo de montar os nossos presépios e de colocar o Menino Jesus no centro das nossas vidas, das nossas e na de todos os que nos rodeiam. Para que o Menino continue a fazer parte do verdadeiro espírito do Natal. Um Natal como essa verdadeira festa da Família. 

Nestas horas que ainda antecedem o Natal, começa a espera. E todos os anos o Senhor nos concede esta graça de O esperar. Esperar o Menino que nos foi dado há mais de 2000 anos, mas que continuamente nos é dado. Esperar o Senhor que há de regressar. Esta é a verdadeira Esperança, a certeza de que todos os anos o Menino nasce para nós, apenas precisamos de estar atentos e com o coração aberto. 

Mas há mais. O Natal faz parte da marca identitária portuguesa e Ocidental. E se há Portugal e Portugalidade, tal deve-se à catolicidade e à natalidade. 

O símbolo dessa marca está no presépio que se foi montando em todas as casas dos portugueses, desde há séculos. É uma marca da nossa identidade mais profunda e que bem devemos recuperar, enchendo as nossas casas e o espaço público com esse símbolo maior do Natal. As luzes, a música, as árvores de natal, os presentes podem, actualmente, encher o imaginário das novas gerações. Contudo, temos o dever de incutir-lhes a tradição da montagem do presépio, com aquela imensidão de imagens, que vão aumentando todos os anos, e da árvore num verdadeiro espírito de partilha e espírito de família que se impõe ao longo de todos os dias do ano mas, de modo muito particular, nestes dias da Natividade e do Natal.

Nos tempos de hoje, em que as palavras que dominam o mundo mediático são as da «inclusão», as da «laicidade» e da «pluralidade», mas em que se ataca, numa luta desenfreada e sem quartel, a identidade e a alma de Portugal e da Europa, importa promover o Natal e o seu verdadeiro espírito de Vida, de Natalidade, de Esperança e de Futuro que surgem sempre que uma nova Vida é gerada. 

Que 2024 nos traga um Ano Bom em que se salvaguarde as antigas, nobres e sempre actuais tradição, identidade e independência nacionais. 

Que 2024 nos assegure a maior bênção para as Famílias, com as maiores graças materiais e espirituais por intercessão do Menino Jesus!

Que 2024, em Portugal e na Europa, seja um tempo de regressar a Honra nesta nossa secular identidade católica, com as marcas da Civilização Cristã Ocidental. Afinal, um país sem memória e sem História não tem futuro. Um Ocidente sem memória e sem História não terá futuro. Mas nós, honramos a nossa História, a nossa identidade e o nosso passado. E o Natal, festa de tradição e da Família, mostra-nos como o passado se faz presente e aponta para o futuro. Um futuro que todos construiremos com as nossas mãos. 

Um Santo e abençoado Natal!

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