Varsóvia envia caças F-16 para proteger a sua fronteira

O exército polaco anunciou hoje que fez descolar caças F-16 para vigiar a sua fronteira com a Ucrânia, na sequência dos bombardeamentos russos no país vizinho.

© D.R.

 

“Para garantir a segurança do espaço aéreo polaco, foram ativados dois pares de caças F-16 e um avião aliado de reabastecimento aéreo”, afirmou o comando operacional do exército polaco num comunicado.

O exército russo realizou ataques aéreos maciços na Ucrânia na manhã de hoje, matando pelo menos quatro civis e ferindo mais de 90 pessoas, principalmente nas regiões de Kiev e Kharkiv (leste).

Na sexta-feira, a Polónia, membro da NATO, denunciou uma “violação” do seu espaço aéreo “por um míssil de cruzeiro russo” que sobrevoou o seu território durante três minutos antes de se dirigir à Ucrânia.

O sistema de defesa aérea polaco foi colocado em alerta e as autoridades civis e militares polacas realizaram reuniões de emergência, nomeadamente com representantes da NATO.

Em novembro de 2022, um míssil ucraniano caiu sobre a aldeia polaca de Przewodow, perto da fronteira com a Ucrânia, matando dois civis.

A explosão, no local de uma instalação de secagem de cereais perto de uma escola e a cerca de seis quilómetros da fronteira com a Ucrânia, ocorreu enquanto a Rússia realizava ataques contra a infraestrutura civil em todo o território da Ucrânia.

A queda deste míssil suscitou receios de que a NATO fosse arrastada para o conflito numa grande escalada da guerra na Ucrânia, visto que a Polónia está protegida pelo pacto de defesa coletiva da Aliança Atlântica.

Últimas do Mundo

O Parlamento espanhol aprovou esta quinta-feira, por maioria absoluta de deputados, uma resolução em que pede ao primeiro-ministro, o socialista Pedro Sánchez, para se demitir ou, pelo menos, submeter-se a uma moção de confiança.
Anúncios com preços de dezenas de milhares de euros e descrições consideradas invulgares na plataforma para comprar e vender roupa pré-adquirida desencadearam uma onda de suspeitas de tráfico de menores nas redes sociais. O caso chegou às autoridades francesas, que decidiram abrir uma investigação.
Pelo menos 164 pessoas morreram e 971 ficaram feridas depois de dois fortes sismos terem atingido a Venezuela, declarou hoje a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez.
Espanha registou pelo menos 212 mortes "atribuíveis à temperatura" entre domingo e quarta-feira, coincidindo com a onda de calor que atingiu o país, de acordo com estimativas do Instituto de Saúde Pública espanhol Carlos III hoje conhecidas.
As autoridades francesas emitiram esta quinta-feira avisos de tempestades severas e ampliaram o alerta vermelho de calor para 72 dos 100 departamentos, um dia depois de França ter chegado aos 30ºC, a temperatura média mais alta da sua história.
Um sismo de magnitude 7,1, com epicentro junto à capital Caracas, atingiu hoje a Venezuela, adiantou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Três quartos do território francês vão estar em alerta máximo devido à onda de calor na quinta-feira a partir das 12h00 (11h00 em Lisboa), anunciou hoje o serviço meteorológico francês.
Investigadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriram três subtipos diferentes da pneumonia grave, o que pode ajudar a desenvolver tratamentos personalizados para os doentes, segundo um estudo divulgado na terça-feira.
Pelo menos 94 milhões de pessoas na Europa deverão sentir hoje temperaturas acima dos 35° Celsius, segundo os dados levantados pela agência de notícias AFP, com a maioria dos afetados em França e Espanha.
Quase 70 mil pessoas estão hoje sem eletricidade no departamento francês de Finistère (oeste) devido a uma avaria num transformador, provocada pelas altas temperaturas, num dia em que são esperados novos recordes de temperatura.