CHEGA quer aumentar salário mínimo para mil euros até 2026

O CHEGA quer aumentar o salário mínimo nacional para os mil euros até 2026 e a criação de um fundo para que o Estado possa ajudar as empresas a suportar este aumento de despesa.

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“O CHEGA propõe um aumento faseado do salário mínimo que possa chegar em 2026 ao valor de mil euros, mas com uma condição, com a criação de um fundo de apoio às empresas que tenham custos fixos operacionais superiores a 30% para apoiar ao pagamento deste salário mínimo”, afirmou hoje o presidente do partido.

André Ventura apresentou hoje o programa eleitoral do Chega, na sede do partido, em Lisboa, numa intervenção de quase uma hora no final da qual não respondeu às perguntas dos jornalistas.

O líder do Chega indicou que este será “um programa de governo”, uma vez que estabeleceu como objetivo vencer as próximas eleições legislativas de 10 de março, e indicou que terá cerca de 200 páginas.

Esta foi já a segunda vez que o partido convocou os jornalistas para anunciar medidas para as eleições de 10 de março, além da convenção de janeiro, mas o programa eleitoral não foi distribuído à comunicação social.

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O movimento de professores Missão Escola Pública (MEP) considerou hoje que será "praticamente impossível" concluir as reapreciações da 1.ª fase dos exames nacionais até sexta-feira, relatando casos de docentes convocados nos últimos dias.
O presidente do Chega considerou ontem que os dados sobre a dívida pública evidenciam uma "péssima gestão" do Governo, além de uma "enorme incompetência", e defendeu que este "é um dado que não deve ser desvalorizado".
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Questionados sobre a carta que o Líder do CHEGA endereçou ao Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, tendo como objeto a demissão do ministro Luís Neves, 59% dos inquiridos da sondagem Aximage afirmam concordar com a posição e atuação de André Ventura.