15 Abril, 2024

Afinal as vacas não voam, Senhor Primeiro Ministro

Estava o nosso excelso Primeiro-Ministro (ainda Primeiro Ministro) em pleno ano 2016, todo satisfeito e orgulhoso, a entregar uma miniatura de uma vaca com asas, à também excelsa Ministra da Presidência Leitão Marques. Percebe-se aqui, claramente, o ar de “gozão” com que o nosso anafado PM se dirigiu à plateia a vangloriar-se deste fato inverosímil, mas acima de tudo imbecil, de que as vacas voam. 

Tratar a sua plateia como criancinhas idiotas e ignorantes é um assuntou que só diz respeito ao PM e ao seu séquito de socialistas empertigados com “complexo de Peter”. Mas agora tentar o mesmo tratamento e esperar o mesmo resultado por parte do resto do país que, efetivamente, trabalha e se esforça, já é pedir demais. E tanto demais foi, e é, que o povo irá agora dar a resposta de quão demais terá sido. Contamos, para data breve, pela resposta apropriada.

Mas vejamos então as “vacas” que o nosso estimado PM se comprometeu, faz agora 8 anos, em fazer “voar”:

Promessa 1 – 2017 será o primeiro ano do “papel zero”, ou seja, o ano sem papel em toda a Administração Pública. Segundo o Estado em 2016 gastava-se cerca de 52 milhões de euros em material de escritório, sendo que cerca de 30 milhões deverão corresponder a custos com papel. 

Ano 2023: a Administração Pública não só não acabou como o papel como duplicou os gastos totais em material de escritório. Segundo os dados o valor total do ano 2023 foi aproximadamente de 110 milhões de euros. E este valor já inclui o caixote de lixo, o agrafador, e o afia-lápis com que o assessor Frederico Pinheiro atirou à cabeça das secretárias do “estimado” e “saudoso” Ministro João Galamba. Aqui, infelizmente, a vaca não voou, Senhor Costa.

Promessa 2 – Em 2016 o senhor PM prometeu que o ano 2018 deveria ser o ano sem viaturas de serviço dentro das cidades. O ano com menos carros e com mais transportes públicos. “táxis inclusive! Da Uber ou sem ser da Uber”, gracejou o senhor Costa.

Ano 2023: Neste ano, e segundo os dados mais recentes do IMTT, triplicaram o número de viaturas TVDE no país, como também houve um acréscimo de 35% de viaturas nas várias entradas das principais cidades do país. Aqui, a “vaca” também não voou, Senhor Costa. Nem um saltinho deu. Direi até que engordou tanto que as suas patinhas se enterraram no solo, inviabilizando qualquer hipótese de “grandes voos”.

Poderia usar esta minha crónica para elencar centenas de mais exemplos sobre as promessas não cumpridas do senhor Costa, mas o povo já as conhece e sabe perfeitamente o resultado das mesmas. Um estrondoso “nada”. Zero. Bola. É triste.

Desde as vinte seis mil casas para as famílias mais carenciadas nos 50 anos do 25 de Abril, que todos os portugueses teriam médico de família em 2019 quando há, ao dia de hoje, 2,2 milhões de portugueses sem médico de família. Relembro também aqui os pobres com que os socialistas, cinicamente, tanto se dizem preocupar. Aqui foi prometido uma solução em 2015 quando em 2023 o seu número mais que duplicou. Sugiro que ide às nossas estações de comboios, de metro e de autocarros ver quem lá está a pernoitar. Ide à Almirante Reis, Santa Apolónia e Oriente em Lisboa, ide à Sá de Miranda ou ao Fujacal em Braga, ide aos Aliados ou ao Sá da bandeira no Porto e aí sim, ireis comprovar a “olho nu” a dura realidade de muitos. 

Tudo, mas tudo onde mexeram, estragaram. Destruíram. Prejudicaram. E continuam a prejudicar o país e o povo, mais recentemente com a vendetta pessoal do senhor Costa aos polícias e à Guarda. Vergonha.

Está na hora do “banho de oposição”. Está na hora de um “banho de humildade”. Está também na hora de se cortar todos os privilégios, benesses e prebendas que advém do Poder pois, talvez assim, podereis entender o drama, o desespero e a solidão de quem já não tem esperança, e de quem já não acredita no País. E se há uma razão, uma única razão, para se votar no Chega: é a de nos dar, novamente, Esperança. De acreditar. De Confiar. CHEGA.

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