23 Maio, 2024

Europa – Do velho Continente berço da Civilização Ocidental à tragédia a que assistimos hoje

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Todos sabemos pelo menos o básico acerca do nascimento da Civilização Ocidental e da matriz judaico-cristã que vivemos até 2019. Até aí imperaram os valores da família, da educação, valores societais de boa convivência e acima de tudo, valores morais.

Aquando da sua formação, a União Europeia pretendia ser um bloco económico onde os europeus pudessem circular livremente dentro do que ficou conhecido como Espaço Shenghen e onde seria possível obter vantagens na comercialização de produtos. Tudo isto teria por base uma moeda única que, aquando do seu lançamento, pretendia ser o contraponto entre o dólar americano e o yen chinês para além de ser um bloco diplomático de maneira a que se cumprisse o seu propósito último – a manutenção da paz no espaço do Continente Europeu e por consequência, no Mundo.

Hoje olhamos para trás e vemos com tristeza que aqueles que eram os Valores europeus, solidariedade, paz, prosperidade e entreajuda se transformaram num polvo económico, corrupto e de interesses supranacionais que têm que ser travados sob pena de nos transformarmos no sonho distopico de globalistas como Bill Gates, Klaus Schwab, George Soros e infelizmente tantos outros.

A destruição das soberanias nacionais e da matriz judaico-cristã, a retirada de referências a Cristo e ao Natal e a doutrinação de crianças e jovens robotizado-os, retirando-lhes emoções e convencendo-os de que não são o que nasceram para ser contribui muito para que esta distopia se instale.

Em Portugal podemos ver cartazes espalhados por Lisboa que dão conta da implentação das Cidades de 15 minutos, a emigração ilegal, muita dela vítima de tráfico humano, a entrar em números excessivos pela Europa criando dificuldades sociais e económicas aos cidadãos europeus a quem depois é vendida a ideia de que são as crises causadas por factores externos aos quais a Europa só consegue fazer frente subindo a inflação e as taxas de juro fazendo com que muitos percam as suas casas e, apesar de trabalharem, enfrentarem claras dificuldades financeiras num ambiente em que o Estado engorda por via da usura na colecta de impostos que em nada beneficiam o cidadão que com tanto esforço os paga.

O lema globalista “não terás nada e serás feliz” é acompanhado por muitos políticos portugueses. Basta, para tal lembrar o discurso de encerramento do penúltimo Congresso do PSD quando, de entre tantos Pensadores, Luís Montenegro opta por citar Yuval Noah Harari que só é o braço-direito de Klaus Schwab, líder e fundador do World Economic Fórum, organismo que reúne anualmente políticos e titãns económicos que ali decidem como coartar a vida dos cidadãos livres.

Em que medida é que isto impacta a Europa enquanto União de países?

São várias as dimensões desse impacto a começar nas políticas e na intrusão nas soberanias nacionais. A grande maioria das medidas impostas nos últimos anos viola não só as Constituições nacionais como os próprios Tratados europeus mas ninguém diz nada, todos fazem de conta que tudo está normal quando não está.

Olhando para o Europe Green New Deal e para o Green New Deal americano vemos de onde emanas as chamadas “políticas climáticas” e a ausência de fundamento científico mas a abundância de fundamento de apoio aos grandes grupos económicos aliada à perda de direitos fundamentais pelos cidadãos a quem é incutido medo com vista à imposição de mudança de comportamentos.

Se estudarmos o Pacto das Migrações da ONU, publicitado e patrocinado por António Guterres, rapidamente percebemos que aquilo que são as “políticas de emigração baseadas na falta de mão-de-obra e na baixa natalidade” tem afinal um propósito muito mais perverso, o da substituição populacional e islamização do Mundo Ocidental.

Basta portanto estarmos atentos à documentação que vai sendo tornada publica por todos esses organismos para conhecermos os seus planos.

É portanto imperativo que o CHEGA, enquanto Partido soberanista e de matriz judaico-cristã, defensor da civilização ocidental tenha noção dos desafios que enfrenta e dos palcos em que estão a ser trabalhados.

No palco nacional, é imperativo que fique o melhor colocado possível para poder influenciar a governação no sentido de transformar este Portugal num Portugal decente onde há oportunidades reais, onde o elevador social de facto funcione e onde a cultura de subsídio-dependência seja substituída por uma cultura de honra, valores e trabalho.

No palco internacional, mais concretamente na Europa, o CHEGA tem que estar aliado quer com o ID quer com o ECR e com eles desenvolver estratégias para combater a corrupção na União Europeia, para esclarecer os casos de corrupção que envolvem Ursula von der Leyen, para impedir que outro globalista assuma funções seja na Presidência do Parlamento Europeu ou da Comissão Europeia, revogar todas estas medidas globalistas e destruidoras das Soberanias nacionais e assim trazer de volta o brilho, o esplendor e o vigor das economias e das sociedades europeias.

Temos que ter noção e nunca ter medo de afirmar que o Globalismo actua em várias frentes, tem vários actores a soldo e pretende actuar em todos os países do Mundo.

Quanto mais livre e interventiva, quanto mais informada, Soberana e defensora dos valores judaico-cristãos for uma sociedade, quantos mais homens e mulheres preparados a desempenhar as suas funções tiver, mais hipóteses teremos de vencer esta luta desigual mas que não está de todo perdida.

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