Cabeça de lista do CHEGA será “único adulto na sala”

O presidente do CHEGA, André Ventura, considerou hoje que o cabeça de lista do seu partido às eleições europeias, António Tânger Corrêa, será “o único adulto na sala” e criticou os candidatos do PS e da Aliança Democrática (AD).

© Folha Nacional

 

“Temos um cabeça de lista que é vice-presidente do CHEGA há muitos anos, um nome reconhecido na sociedade, com experiência. Aliás, arrisco-me a dizer que vai ser o único adulto na sala destas eleições europeias, visto que outros estão longe disso e apresentaram candidaturas honestamente ou caricatas ou pouco credíveis”, afirmou.

O líder do CHEGA falava aos jornalistas antes da entrega da lista de candidatos do partido às eleições europeias de 09 de junho no Tribunal Constitucional, em Lisboa. André Ventura indicou que os candidatos foram escolhidos por si e disse esperar “uma grande vitória” do seu partido.

Quanto ao cabeça de lista da AD, Sebastião Bugalho, considerou ser “pouco credível” e à primeira candidata do PS, Marta Temido, disse tratar-se de “um desrespeito para com os portugueses”, que “não podia ser pior”.

André Ventura defendeu também que estas eleições europeias “não serão uma segunda volta das legislativas, como pretendia Montenegro, mas serão uma clarificação daquilo que aconteceu a 10 de março”.

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEGA disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.
O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.
O líder do CHEGA criticou hoje a “estratégia caricata” de Luís Montenegro de “recusar em público” as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.
Demitiu-se do cargo, na sexta-feira, o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro. Foi o seu segundo pedido de demissão apresentado no espaço de um mês.
O presidente do CHEGA afirmou esta sexta-feira que “o bloco central de interesses” continua a impedir o apuramento da verdade sobre as FP-25, defendendo no Parlamento que Portugal continua sem conhecer toda a verdade sobre um dos períodos mais polémicos da democracia portuguesa.
O Parlamento aprovou hoje na generalidade uma recomendação do CHEGA que propõe ao Governo a transformação do Dia da Defesa Nacional em semana.
O Conselho Nacional do CHEGA propôs a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas "não podem contar com o voto favorável" do partido.
O presidente do CHEGA pediu aos militantes, na intervenção de abertura do Conselho Nacional do CHEGA, responsabilidade e união, propondo que o partido se junte "por Portugal nestes próximos meses”.
O líder do CHEGA diz que mais de 90% dos contratos públicos podem escapar ao controlo prévio e acusa PSD e PS de enfraquecerem a fiscalização do dinheiro dos portugueses.