Região de Donetsk concentra a frente de batalha mais difícil

O Presidente ucraniano reconheceu hoje que a frente de batalha mais difícil está concentrada na região de Donetsk, no leste do país, onde os militares estão a “fazer tudo o que é possível” para manter as posições.

© Facebook de Volodymyr Zelensky

 

“Comecei o dia com um relatório do comandante-em-chefe com detalhes de todas as regiões (…). A região de Donetsk é a mais difícil. As forças de defesa da Ucrânia estão a fazer tudo o que é possível para estabilizar e proteger as nossas posições”, adiantou Valodymyr Zelensky na rede social Telegram.

Nesta mensagem, publicada depois de se reunir com o chefe das Forças Armadas, Oleksandr Sirski, o chefe de Estado ucraniano adiantou ainda que na região de Sumy, no norte, as forças de Kiev estão a controlar a situação.

“Em relação à cidade de Rizhivka, o ocupante tentou fazer ali uma operação de propaganda. Desde esta manhã, a bandeira russa na cidade foi retirada e não há presença de ocupantes”, assegurou.

O líder da república russa da Chechénia, Ramzan Kadyrov, um leal a Vladimir Putin que enviou combatentes para a Ucrânia, garantiu no domingo no Telegram que as tropas russas tinham tomado esta cidade localizada na fronteira com a Rússia.

Segundo Kadyrov, soldados do batalhão Akhmat, “bem como soldados de outras unidades russas, realizaram operações táticas e libertaram” esta localidade, infligindo “perdas significativas” aos ucranianos, que “recuaram”.

Relativamente às regiões no sul, Zelensky indicou que a situação, em geral, não mudou e que as forças ucranianas continuam a reforçar as suas posições.

Últimas do Mundo

Estudo analisou quatro mil condenações em 24 anos e aponta maior risco nos primeiros anos de residência. Governo endurece regras de imigração e cidadania.
Três pessoas morreram e outra ficou ferida hoje depois de terem sido atingidas por disparos de armas de fogo numa cidade do estado de Nova Gales do Sul, Austrália, disseram as autoridades policiais.
Os comboios suburbanos estão parados em toda a região espanhola da Catalunha por tempo indeterminado depois de um acidente na terça-feira em que morreu uma pessoa e cinco mortes com gravidade.
Federação Nacional dos Sindicatos de Explorações Agrícolas (FNSEA) espera mobilizar esta terça-feira até 700 tratores e 4.000 manifestantes em Estrasburgo.
Cerca de 1.520 milhões de turistas viajaram para o estrangeiro em 2025, um ano "recorde", segundo uma estimativa publicada hoje pela Organização Mundial do Turismo (OMT), que destaca, em particular, um forte dinamismo em África e na Ásia.
O número de mortos no acidente de comboio em Adamuz (Córdova), Espanha, subiu de 40 para 41, disseram à agência de notícias espanhola EFE fontes próximas da investigação.
Mesmo com Espanha mergulhada no luto após a tragédia ferroviária que matou 39 pessoas em Adamuz, o Governo manteve esta segunda-feira a redistribuição aérea de imigrantes ilegais a partir das Canárias, transferindo mais de 180 pessoas para Madrid.
O total de mortos na época das chuvas em Moçambique subiu para 111, com três desaparecidos e 98 pessoas feridas, segundo balanço do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) consultado hoje pela Lusa.
O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC, sigla em inglês) alertou hoje para o risco de resistência antimicrobiana com o uso frequente de doxiciclina na profilaxia pós-exposição a doenças sexualmente transmissíveis.
Habitação mista criada para “promover a integração” acabou marcada por denúncias de violações, assédio sexual e violência. Queixas repetidas foram ignoradas e só anos depois houve detenções.