É o povo, pá!

Passadas que estão 48 horas de uma mudança há muito esperada, é tempo de discernir sobre algumas coisas meio estranhas, meio woke e nefastas que turvam a visão democrática.
A vitória de Donald Trump é uma chapada de luva bem branca , aos comentadores de esquerda e da falsa direita que durante semanas preconizaram a vitória da democrata Kamala Harris; aliás,era visível nos rostos dos jornaleiros a alegria estampada em forma de felicidade desmedida, com a potencial subida ao cargo de presidente da democrata Kamala.
Confesso, que me senti um pouco titubeante perante tais factos mas nunca deixei de acreditar no regresso de um dos melhores líderes políticos e empresariais que a América já conheceu.
A confirmação veio pela madrugada: Donald Trump era o novo Presidente dos EUA! Contra tudo, e contra todos , inclusivé as sondagens e os seus intérpretes que teimam em tomar conta da democracia, querendo a todo o custo eleger quem melhor defende os seus interesses e não os do povo; as mesmas sondagens que saíram de rastos , vergadas perante a monstruosidade da vitória em toda a linha de Donald Trump.
Lá tal como cá, parece que está difícil apreender conceitos como democracia, voto popular, povo. Lá como cá, as sondagens querem sempre substituir o voto nas urnas e com isso influenciar negativamente a maneira democrática de eleger um representante do povo.
A esses esquerdistas, que não se cansam de esmagar a já cansada e velha democracia, fruto da narrativa falsa da esquerda que tudo o que vem da verdadeira direita é mau : a derrota foi tao pesada que ainda lhes custa levantar a cabeça e seguir caminho. Pelos vistos os ditadores do comentário político estão presentes mesmo na esquerda que durante anos propagaram ódio e divisão com a complacência da falsa direita que nunca defendeu o povo.
A todos eles, lhes endereço algo que já deviam ter aprendido : é o povo, pá! É o povo quem vota e quem decide. Não são vocês nem as empresas que vos patrocinam.
O povo vai ter sempre a última palavra nos atos eleitorais; quer vocês gostem quer não.
É o povo, pá! É e será sempre o povo!

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