UE aprova novo pagamento de 4,2 mil milhões para estabilidade financeira para a Ucrânia

O Conselho da União Europeia (UE) aprovou hoje um pagamento de 4,2 mil milhões de euros ao abrigo da Mecanismo para a Ucrânia para apoiar a estabilidade macrofinanceira, por considerar que o país "satisfez condições e reformas necessárias".

© D.R.

“A Ucrânia receberá em breve mais de 4,2 mil milhões de euros em fundos, depois de o Conselho ter dado luz verde ao segundo pagamento regular de subvenções e empréstimos ao abrigo do Mecanismo da UE para a Ucrânia, destinado a apoiar a estabilidade macrofinanceira do país e o funcionamento da sua administração pública”, indica em comunicado a estrutura que junta os Estados-membros.

O Conselho da UE explica ter verificado “que a Ucrânia satisfez as condições e reformas necessárias previstas para receber os fundos, que serão desembolsados a partir do Mecanismo para a Ucrânia”.

Ainda assim, na nota, a instituição vinca a “importância de afetar o dinheiro o mais rapidamente possível, dada a difícil situação orçamental da Ucrânia”.

O Plano para a Ucrânia define as metas e as reformas que planeia fazer no âmbito do seu processo de adesão à UE nos próximos quatro anos.

A Ucrânia tem estatuto de país candidato à UE desde meados de 2022.

Em maio de 2024, o Conselho concluiu que o plano da Ucrânia cumpria as condições prévias para que a Ucrânia recebesse até 50 mil milhões de euros de apoio ao abrigo do Mecanismo Ucrânia e, em agosto, foi paga a primeira parcela da UE.

Este mecanismo entrou em vigor em 01 de março passado para, através de subvenções e empréstimos, apoiar a recuperação, a reconstrução e a modernização da Ucrânia no período de 2024 a 2027.

Últimas do Mundo

Os dois executores do testamento de Jeffrey Epstein propuseram um acordo de 25 milhões de dólares (21,2 milhões de euros) às vítimas do criminoso sexual norte-americano que interpuseram uma ação coletiva contra ambos, segundo uma minuta hoje publicada.
As forças policiais de 16 países africanos detiveram 651 pessoas e desmantelaram redes de cibercrime que extorquiram um total de 38 milhões de euros a centenas de vítimas, anunciou hoje a Interpol.
A polícia do Reino Unido deteve hoje Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do rei Carlos III, por suspeita de má conduta em cargo público, noticiaram meios de comunicação social britânicos.
A plataforma de transmissão de vídeos YouTube admitiu que está a sofrer hoje interrupções em vários países, incluindo Portugal e os Estados Unidos.
O Governo de Espanha desbloqueou hoje 7.000 milhões de euros de ajudas a pessoas, empresas e municípios afetadas pelas tempestades das últimas semanas no país.
A Comissão Europeia iniciou hoje uma investigação formal à chinesa Shein por suspeitas de design aditivo, falta de transparência nas recomendações e venda de produtos ilegais na União Europeia (UE), incluindo conteúdos associados a abuso sexual de menores.
Peritos da ONU defendem hoje que os arquivos do pedófilo norte-americano Jeffrey Epstein mostram atrocidades de tal magnitude, carácter sistemático e alcance transnacional que poderiam ser consideradas legalmente como “crimes contra a humanidade”.
A rede social X, anteriormente Twitter, voltou ao normal por volta das 14h30 de hoje, após sofrer uma quebra em vários países uma hora antes, incluindo Estados Unidos, Portugal e Espanha, por causas ainda desconhecidas.
A Comissão Europeia foi alvo de buscas policiais em Bruxelas devido a suspeitas na venda de 23 imóveis ao Estado belga em 2024. A investigação está a cargo do Ministério Público Europeu, que confirmou diligências de recolha de provas.
Dados recentes da agência europeia FRONTEX indicam que, entre 2024 e 2025, mais de 100 mil pessoas entraram ilegalmente em Espanha pelas rotas do Mediterrâneo Ocidental e das Canárias. Cerca de 73% provêm de países sem conflitos armados generalizados.