Papa apela a professores e educadores que lutem contra o bullying nas escolas

O papa Francisco apelou hoje, durante uma audiência com várias associações italianas de professores, educadores e pais católicos, que lutem contra o bullying nas escolas.

© D.R.

O papa encorajou também os responsáveis a transmitir aos alunos “uma nova cultura baseada no encontro entre gerações” e “responsabilidade pessoal e coletiva para enfrentar os desafios globais como as crises ambientais, sociais e económicas”.

Na audiência, Francisco apelou ainda a que lançassem “as bases para um mundo mais justo e fraterno, com o contributo de todas as disciplinas e a criatividade das crianças e dos jovens”.

“Mas se intimidarem as raparigas e os rapazes que têm problemas, isso é uma preparação para a guerra, não para a paz”, advertiu, apelando a que não se pratique bullying.

“Por favor, nunca pratiquem bullying, compreendem isto? Nada de bullying! Nunca pratiquem bullying”, acrescentou.

O pontífice lamentou ainda o facto de existirem crianças sem educação, “que vão trabalhar, muitas vezes exploradas, e que procuram comida ou coisas para vender no meio do lixo”.

Francisco apelou também a uma pedagogia próxima de Deus, como “um projeto em que a família ocupa um lugar central e insubstituível”.

Esta semana, o Papa alertou para uma “catástrofe educativa” a nível mundial, lembrando que cerca de 250 milhões de crianças não têm acesso à educação e dedicou as suas intenções de oração deste mês ao direito à educação dos migrantes, refugiados e pessoas afetadas pela guerra.

Últimas do Mundo

Cuidadoras denunciam gatos mortos e alertam que várias colónias foram abandonadas depois de os habitats dos animais terem sido ocupados por acampamentos improvisados.
Yoli deixou a própria casa com as filhas depois de o medo ter tomado conta da família. Uma das crianças já não queria sair à rua e acordava de madrugada aterrorizada. O relato surge num momento em que Ceuta enfrenta uma vaga de imigração ilegal e 15 denúncias de violação, segundo fontes da Guardia Civil.
O sarampo provocou 17 mortes num total de 1.500 casos registados nos últimos 12 meses, no município angolano do Songo, província do Uíje, divulgaram as autoridades sanitárias locais.
Catorze mineiros ilegais morreram numa mina abandonada na África do Sul, revelou hoje a polícia, que admite que tenha havido um desmoronamento.
Pelo menos 2.000 pessoas morreram devido ao surto do vírus Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo), que regista o crescimento mais rápido de sempre, segundo os dados mais recentes do Governo.
O forte sismo que abalou hoje a Colômbia causou estragos em pelo menos seis aeroportos, destruiu parcial ou totalmente habitações e provocou dezenas de feridos, levando o recém-empossado Presidente colombiano a convocar uma reunião de crise.
As autoridades chinesas anunciaram hoje mais 30 vítimas mortais do deslizamento de terras que, em 17 de julho, soterrou mais de dez edifícios no município de Chongqing (centro), elevando para pelo menos 41 o número de mortos.
Várias pessoas ficaram feridas depois de um forte sismo ter atingido o sudoeste do Japão, provocando derrocadas de edifícios e incêndios, anunciou esta terça-feira a primeira-ministra, Sanae Takaichi.
Ataque junto à Porte de Clichy fez três feridas, duas delas em estado grave. Suspeito, de 31 anos, foi detido no local e está a ser investigado por tentativa de homicídio qualificado.
A polícia deteve um suspeito e procura outro na sequência de um tiroteio ocorrido no domingo à noite num festival gastronómico em Seattle, Estados Unidos, que causou a morte de três pessoas e feriu quatro.