União Europeia financia ONGs para promover o Green Deal de Timmermans

Na semana passada, foi revelado que a União Europeia, sob a liderança do socialista Frans Timmermans, financiou organizações ambientais para promover o Green Deal, a agenda verde que tem travado a competitividade europeia. Este esquema envolveu o desvio de fundos públicos para influenciar a opinião pública e avançar uma agenda política “verde”.

© D.R.

O Green Deal, apresentado como uma iniciativa para combater as alterações climáticas, resultou em regulamentações que afetaram negativamente as indústrias europeias, levando a perdas de empregos, ao aumento dos custos de produção e fechos de empresas.

Para o eurodeputado do CHEGA, António Tânger Corrêa, “é alarmante que a imprensa, que deveria atuar como guardiã da democracia, permaneça silenciosa sobre este escândalo.”

“Não temos dúvidas de que se trata de uma ocultação seletiva, dada a origem socialista da iniciativa. Mas a falta de cobertura mediática impede que os cidadãos europeus estejam plenamente informados sobre as ações dos seus líderes e a ausência de transparência no seio da Comissão Europeia”, alega Tânger Corrêa.

Nesta senda, o chefe de delegação do CHEGA considera que “este caso destaca uma vez mais a necessidade de uma maior responsabilização dentro das instituições europeias.” Isto porque, “a utilização de fundos públicos para manipular a opinião pública em prol de agendas políticas específicas mina a confiança dos cidadãos nas suas instituições.”

Neste sentido, o eurodeputado António Tânger Corrêa questionou imediatamente a Comissão Europeia sobre esta matéria, exigindo responsabilização e tomada de medidas corretivas, numa iniciativa que contou com o apoio de todas as bancadas no centro-direita do Parlamento Europeu.

Últimas de Política Internacional

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou hoje que a Rússia se prepara para lançar uma nova ofensiva em grande escala na Ucrânia, de acordo com os meios de comunicação locais.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca convocou hoje o encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos devido a alegadas tentativas norte-americanas de interferência junto da opinião pública da Gronelândia.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou hoje que o Governo iraniano está por trás de ataques antisemitas no país contra a comunidade judaica e anunciou a expulsão do embaixador iraniano em Camberra.
Trump disse que vários países europeus já mostraram disponibilidade para enviar militares para a Ucrânia, como tal "não será um problema" responder às garantias de segurança exigidas pelo homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu hoje uma frente unida entre europeus e ucranianos em defesa de uma paz que não represente a capitulação da Ucrânia, na véspera da reunião com Donald Trump, na Casa Branca.
O enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, disse hoje que Putin concordou, na cimeira com Donald Trump, que sejam dadas à Ucrânia garantias de segurança semelhantes ao mandato de defesa coletiva da NATO.
O Presidente russo, Vladimir Putin, disse hoje que discutiu formas de terminar a guerra na Ucrânia "de forma justa", na cimeira com o homólogo norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira, defendendo a “eliminação das causas iniciais”.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje que “todos” preferem ir “diretamente para um acordo de paz” e não “um mero acordo de cessar-fogo” para acabar com a “terrível guerra” na Ucrânia.
O futuro da Ucrânia passa hoje pelo Alasca, uma antiga colónia russa onde os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia se vão reunir sem a participação do país invadido por Moscovo.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que qualquer acordo para pôr fim à guerra na Ucrânia terá de passar por uma cimeira com os homólogos russo e ucraniano, após a cimeira bilateral na sexta-feira.