Trump quer modernizar sistemas de controlo do tráfego aéreo dos EUA

O Presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu hoje um novo sistema de controlo de tráfego aéreo, numa resposta à colisão entre um avião e um helicóptero em Washington, na semana passada, que matou 67 pessoas.

© Facebook de Donald J. Trump

No tradicional Pequeno-Almoço Nacional de Oração, Trump disse que o governo vai procurar criar um “grande sistema computorizado, não um obsoleto”.

“Gastámos milhares de milhões de dólares a tentar renovar um sistema velho e estragado, em vez de dizermos: vamos acabar com ele, vamos gastar menos dinheiro e vamos construir um grande sistema”, insistiu Trump.

O Presidente criticou as múltiplas empresas que tentam trabalhar para criar um sistema comum de controlo do tráfego aéreo.

“É preciso uma empresa com um único equipamento. Há alguns países que têm sistemas de controlo incríveis e teriam alarmes quando o helicóptero atingisse a mesma altitude (que o avião)”, acrescentou.

Neste evento bipartidário no Capitólio, Trump pediu um projeto de lei para ter “o melhor sistema de controlo de tráfego aéreo”, ao mesmo tempo que garantiu que o seu avião privado utiliza sistemas mais seguros de outro país, que não revelou.

A 29 de janeiro, um helicóptero militar Black Hawk, com três tripulantes, colidiu com um CRJ700 da American Airlines, com 64 pessoas a bordo, quando este efetuava uma manobra de aproximação no denso espaço aéreo da capital americana.

O avião de passageiros estava a voar a cerca de 300 pés (91 metros), enquanto o Black Hawk deveria manter-se abaixo dos 200 pés (61 metros), de acordo com os dados preliminares da investigação do National Transportation Safety Board (NTSB).

Na terça-feira, as autoridades encontraram as primeiras peças do avião no rio Potomac.

Todos os corpos já foram recuperados.

O Presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, foi rápido a culpar — sem provas — as políticas de diversidade implementadas no governo norte-americano do democrata Joe Biden para explicar o desastre aéreo.

Os investigadores do Conselho de Segurança nos Transportes dos EUA (NTSB), uma agência independente, esperam divulgar um relatório preliminar no prazo de 30 dias. A investigação completa pode demorar um ano.

Últimas do Mundo

Mais de 3.500 pessoas foram retiradas hoje de casa por precaução na Andaluzia, sul de Espanha, devido às chuvas intensas, com as autoridades a alertarem para o risco de transbordo de 14 rios na região.
O feito ocorreu na sexta-feira, quando Austin Appelbee realizava uma saída em 'paddle' e caiaque com a mãe e os irmãos ao largo de Quindalup, cerca de 250 quilómetros a sul de Perth, no estado da Austrália Ocidental.
Espanha recebeu 96,77 milhões de turistas em 2025, mais 3,21% do que em 2024 e um recorde nos registos do país, revelou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística espanhol (INE).
Com centenas de milhares de novos eleitores a entrar no censo nos próximos anos, os dados mostram que as regularizações estão a transformar-se, de forma silenciosa mas decisiva, em poder eleitoral.
Os emigrantes portugueses votaram em número recorde na primeira volta das presidenciais de 18 de janeiro, mas a abstenção mudou-se dos 96%, segundo os resultados da Administração Eleitoral.
Voos, camas, refeições, tradutores e cuidados médicos. Tudo pago. Documentos revelam que o Executivo liderado por Pedro Sánchez gastou mais de 74 milhões de euros para assegurar um pacote completo de apoio a imigração ilegal, através de contratos sem transparência.
A Procuradoria Europeia em Portugal fez hoje buscas em 20 locais e deteve uma pessoa por suspeitas de fraude com fundos da União Europeia (UE) e branqueamento relacionados com o programa de apoios à pandemia de covid-19.
O mau tempo em Espanha, por causa da depressão Kristin, está esta quarta-feira a provocar perturbações em centenas de estradas, voos e ligações ferroviárias e levou ao encerramento de escolas em várias regiões, disseram as autoridades.
Pelo menos 34 pessoas morreram na tempestade de neve e gelo da semana passada no sudeste dos Estados Unidos, segundo um novo balanço hoje divulgado pelas autoridades de mais de dez estados afetados.
O tráfico de cocaína para a Europa cresce a níveis recorde e as redes criminosas adaptam-se usando semissubmersíveis, como o que foi recentemente intercetado ao largo dos Açores, ou escondendo a droga em produtos congelados, divulga a Europol.