PSI em alta com Galp a liderar os ganhos e a subir mais de 7%

A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência da abertura e negociava 'a verde' com a Galp a liderar os ganhos, a subir 7,10% para 16,00 euros.

©D.R.

Cerca das 09h25 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 1,45% para 6.917,99 pontos, com 12 ‘papéis’ a subir, dois a descer (Jerónimo Martins, -0,39% para 20,44 euros, e Corticeira Amorim, -0,24% para 8,28 euros) e um a manter a cotação (Ibersol em 8,54 euros).

Às ações da Galp seguiam-se as da EDP Renováveis, EDP e Navigator, que avançavam 2,66% para 9,45 euros, 1,31% para 3,18 euros e 1,16% para 3,33 euros.

Com a mesma tendência, as ações dos CTT, Semapa e NOS subiam 1,00% para 7,10 euros, 0,90% para 15,70 euros e 0,51% para 3,93 euros.

As ações da Mota-Engil, BCP e Sonae valorizavam-se 0,33% para 3,02 euros, 0,32% para 0,56 euros e 0,21% para 0,97 euros.

As outras duas ações que subiam eram as da REN e da Altri, designadamente 0,20% para 2,49 euros e 0,08% para 6,06 euros.

As principais bolsas europeias negociavam hoje em terreno misto com os investidores atentos à formação de Governo na Alemanha depois das eleições de domingo.

O conservador Friedrich Merz, cujo partido, a União Democrata-Cristã (CDU) e a sua congénere bávara, a União Social Cristã (CSU), venceram as eleições legislativas de domingo na Alemanha, e espera-se que governem em grande coligação com os sociais-democratas.

Além dos resultados na Alemanha, os mercados estão a prestar especial atenção às declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que assegurou na segunda-feira que as tarifas de 25% impostas ao México e Canadá, cuja entrada em vigor foi adiada um mês, até princípios de março, “irão para a frente”, bem como a situação para acabar com a guerra na Ucrânia.

Na segunda-feira, a Bolsa de Nova Iorque fechou mista.

No mercado das matérias-primas, o preço do petróleo Brent para entrega em abril, a referência na Europa, avançava para 74,93 dólares, contra 74,78 dólares na segunda-feira.

O euro estava a subir, a cotar-se a 1,0474 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,0473 dólares na segunda-feira e 1,0218 dólares em 13 de janeiro, um mínimo desde 10 de novembro de 2022.

Últimas de Economia

O cabaz de bens essenciais da DECO PROteste disparou para os 249,09 euros, o valor mais alto desde que a análise começou, em 2022, pressionando ainda mais o orçamento das famílias portuguesas.
O oitavo pedido de pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que Portugal submeteu a Bruxelas em novembro de 2025, deverá ser pago em fevereiro, adiantou hoje a Estrutura de Missão Recuperar Portugal.
A Comissão Europeia sublinhou hoje que o sistema para o rastreio do azeite é eficaz e irá trabalhar com os Estados-membros para melhorar os controlos que estes realizam, respondendo a um relatório do auditor europeu sobre o setor.
O Banco de Portugal (BdP) encomendou uma auditoria externa aos procedimentos internos de aquisição de bens e serviços, "com especial enfoque na contratação pública na área de Sistemas de informação e de Tecnologias de Informação", anunciou a instituição.
O índice de produção na construção abrandou para 3,0% em novembro, em termos homólogos, menos 0,1 pontos percentuais que em outubro, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os aeroportos portugueses movimentaram 68,9 milhões de passageiros de janeiro a novembro, mais 4,7% do que no mesmo período de 2024, enquanto o tráfego de mercadorias registou uma subida mais moderada, de 0,3%, indicou hoje o INE.
A inflação até baixou em 2025, mas a carteira dos portugueses não sentiu alívio. Carne, rendas, seguros e refeições fora de casa subiram bem acima da média, mantendo o custo de vida sob forte pressão.
A inflação homóloga nos países da OCDE, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), baixou para 3,9% em novembro de 2025, com o retorno dos preços na alimentação.
Os preços globais dos alimentos registaram uma subida média de 4,3% em 2025, anunciou hoje a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
O número de despedimentos coletivos comunicados aumentou cerca de 16% até novembro de 2025, face ao período homólogo, totalizando 515, o que supera o total de todo o ano de 2024, segundo dados divulgados hoje pela DGERT.