Judiciária apreendeu 8,7 toneladas de cocaína e 2,1 de haxixe este ano

A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu este ano 8,7 toneladas de cocaína, em 660 operações, e 2,1 toneladas de haxixe, em 1.150 ações, segundo dados provisórios hoje divulgados pela instituição.

©facebook/pjudiciaria

No Dia Internacional Contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas, a Judiciária acrescenta que se mantém a tendência de aumento de apreensões de cocaína, seguida das de haxixe, e que hoje, para assinalar a efeméride, efetuou uma operação de destruição de cerca de nove toneladas de vários tipos de drogas ilícitas apreendidas.

Realizou igualmente a primeira reunião no âmbito da Estrutura Nacional da Especialidade Forense de Drogas e Toxicologia, que conta com a presença de peritos forenses vindos de vários pontos do país.

A PJ explica, em comunicado, que nos termos da lei, “a droga apreendida pelos vários órgãos de polícia criminal (OPC) e serviços aduaneiros e de segurança com competências de fiscalização, prevenção e investigação criminal nesta matéria, é objeto de destruição logo após a realização, pelo Laboratório de Polícia Científica, dos competentes exames periciais ordenados pelas autoridades judiciárias, ficando apenas uma amostra depositada em cofre, até que seja proferida decisão definitiva no âmbito do processo à ordem do qual se realizou a apreensão”.

De acordo com a PJ, a operação de incineração da droga é efetuada sob a supervisão de uma comissão constituída por um magistrado do Ministério Público, um funcionário da carreira de investigação criminal da Judiciária e de um perito do Laboratório de Polícia Científica.

Anualmente, através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE), é produzido um relatório, no qual são apresentados os resultados operacionais obtidos no âmbito do combate ao tráfico de estupefacientes em território nacional, elaborado com os dados da PJ, dos restantes OPC e pelos serviços aduaneiros e de segurança.

“Trata-se de um instrumento relevante, que permite efetuar uma avaliação alicerçada e mais fina da atividade desenvolvida pelas várias autoridades e entidades intervenientes, bem como dos vários indicadores, dinâmicas inerentes e novas tendências deste tipo de criminalidade”, especifica.

Últimas do País

Os autarcas da região das Beiras e Serra da Estrela e de Dão-Lafões afirmaram ontem esperar celeridade na concretização dos projetos de estabilização das encostas ardidas e na proteção das linhas de água das cinzas deixadas pelos fogos.
As ovelhas estão a salvo na Queijaria do Paul, no concelho da Covilhã, mas a maioria dos 100 hectares de pasto arderam com o fogo. Num setor difícil, olha-se com desconfiança para o futuro e procura-se continuar a resistir.
Os tribunais voltam a funcionar em pleno, depois de um mês e meio de férias judiciais, com a continuação e início de julgamentos mediáticos como o caso BES, Operação Marquês e a morte de Odair Moniz.
Quatro serviços de urgência de Ginecologia e Obstetrícia vão estar encerrados no sábado e três no domingo, de acordo com o Portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS) consultado pela Lusa às 14h00 de hoje.
Um casal de ourives que seguia hoje para a Feira de Santana em Leça do Balio, em Matosinhos, foi emboscado no caminho por indivíduos armados, revelou à Lusa fonte da PSP.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve 306 pessoas no primeiro semestre deste ano por suspeita de violência doméstica, período em que foram constituídos 3.404 arguidos pelo mesmo crime, anunciou hoje aquela força de segurança.
O incêndio em Vinhais, distrito de Bragança, já está com "grande parte do perímetro controlado", disse hoje à Lusa o comandante sub-regional de Trás-os-Montes da Proteção Civil.
Um homem de 66 anos foi detido por suspeita do crime de violência doméstica cometido na quarta-feira contra a sua mulher, na residência do casal, numa freguesia do concelho de Aveiro, informou hoje a PSP.
Os incêndios que afetaram o país levaram a "cancelamentos massivos" de reservas em hotéis, alojamentos e restaurantes, em plena época alta, ameaçando comprometer os resultados de 2025, disse hoje à Lusa a AHRESP, que aguarda medidas de apoio ao setor
Em 2024, 5,1% dos portugueses em risco de pobreza não tinham acesso a uma refeição que contivesse carne, peixe ou um equivalente vegetariano, a cada dois dias.