Nas próximas semanas vamos ouvir muito falar de ‘temperamento’ e ‘postura’. A teoria que será propagada pelo jornalixo e suas mascotes, é que António José Sonso é uma pessoa ‘séria’ e ‘moderada’, que com a sua paciência e serenidade, conseguirá ser o presidente de todos os portugueses, promovendo consenso governativo e soluções de compromisso.
Esta narrativa é politicamente correcta, eticamente perigosa e também historicamente errada. Se AJS não fosse oriundo do Partido Socialista e se o regime vigente fosse um regime moderado, aí a teoria poderia ter validade mas os militantes do CHEGA! têm consciência de que o regime que nos governa é, na verdade, um regime extremista.
A III República não é uma China maoísta ou uma Rússia estalinista, mas é uma proto-RDA. O jornalixo é manipulado e endoutrina os cidadãos, tal como o faz a Escola Pública, as redes sociais são censuradas, a soberania está entregue a potências estrangeiras que ditam a nossa política monetária, comercial e externa, o país vive em função de políticas internacionalistas que louvam tudo menos o interesse nacional.
O ambiente político que vivemos é nominalmente democrático mas na realidade somos dominados pelo totalitarismo progressista. Se alguém na sociedade portuguesa quer subir na carreira, não tem a mínima hipótese subscrevendo publicamente a valores não progressistas como os do conservadorismo; e tem tudo a ganhar no apoio a bandeiras arco-íris, bandeiras trans e tudo o mais que for a causa do dia promovida pelo jornalixo.
Alguém hoje acredita que a melhor solução para um regime comunista, seja um comunista moderado? Não, a melhor solução para um regime comunista seria a sua substituição rápida por um regime não-comunista.
A pantominice do presidente afável foi o que tivemos com Marcelfie. Como correu essa experiência? Marcelfie foi porventura o pior presidente da História de Portugal. Porquê? Porque sempre anuiu ou procurou consensos com políticas colossalmente destrutivas e radicais. Tolerou a geringonça, tolerou o marxismo cultural nas escolas, tolerou as renacionalizações, tolerou a manutenção de uma dívida astronómica, tolerou o desmantelamento do SEF e a substituição demográfica, tolerou a censura a cidadãos nacionais por entidades estrangeiras. Nunca bateu o pé, nunca se insurgiu, nunca pugnou sequer pela defesa da dignidade de Portugal no estrangeiro.
Aonde Marcelfie traiu a pátria, alguém consegue imaginar António José Sonso a fazer diferente? Teria AJS a coragem de se impor perante uma nova invasão em massa do 3º mundo? Ou de bater com a porta caso um dirigente estrangeiro ofendesse a História nacional?
Que deixa adivinhar a sua carreira socialista? Sonso primou sempre por aceitar derrotas políticas internas e se remeter ao silêncio. Isso demonstrou uma grande lealdade ao partido, a qual agora se traduz num apoio do PS à sua candidatura presidencial. Isso é óptimo para AJS mas a maior parte do país não faz parte do Partido Socialista. Os silêncios de Sonso foram catastróficos para o país e isso define a sua imagem pública.
Sempre que o PS governou, catástrofes seguiram-se. Com Mário Soares a traição à pátria do abandono do território nacional no ultramar e da conivência com a limpeza étnica de portugueses em África, com Sócrates a ruína financeira nacional e a entrada da Troika, com Costa a destruição dos controlos fronteiriços e a invasão de um milhão de pessoas do terceiro mundo. Que teve Sonso a dizer sobre cataclismo após cataclismo? Nada…
Estar disposto a tolerar ou encontrar o meio termo com extremismo e fanatismo não é um mérito, é uma monumental irresponsabilidade e imbecilidade.
Quem não quer votar em André Ventura para presidente é livre de o fazer mas que ninguém alegue que o faz em nome da moderação, nem tão pouco em nome do institucionalismo. Marcelo e António José Sonso são das figurais nacionais mais maculadas pela destruição institucional do país e pela sua radicalização.
Um Presidente da República do CHEGA! seria, esse sim, uma força em prol da moderação e do salvaguardar das instituições. Seria o único capaz de se bater pela soberania, pelas liberdades fundamentais e com resiliência mental para se opor a quaisquer políticas extremistas maquilhadas com retórica pseudo humanitária.
Votar AJS é votar por mais um Marcelfie e pela severa vandalização do país; um voto gritante e empiricamente destrutivo. Marcelfie foi sempre o PR favorito do PS mais radical da História e nada o diferencia de António José Sonso, pois a destruição do país requere mansos na Presidência.
Fora mansos!