No seu boletim informativo, a LBP refere que o levantamento feito com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) dá conta de “diferentes níveis de estragos” em 34 quartéis de bombeiros, dos quais “apenas metade” tem um seguro que pode utilizar.
“Trata-se de uma situação grave e complexa que em muitos casos afeta a própria operacionalidade e que configura diferentes soluções”, indica a Liga.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem sucessiva das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias foram as principais consequências materiais das tempestades, que afetaram sobretudo as regiões do Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.