Segundo a PJ, o cidadão estrangeiro terá tido, entre meados de 2025 e fevereiro de 2026, “um papel de liderança e coordenação na criação de uma rede, na Estónia, que movimentou grandes quantidades” de anfetaminas, canábis, haxixe, cetamina, cocaína, MDMA, LSD e cogumelos alucinogénios.
“O produto estupefaciente era depois, sob instruções do detido, manuseado e vendido através da aplicação Telegram”, acrescenta.
O suspeito foi detido ao abrigo de um mandado de detenção europeu emitido pelas autoridades judiciárias da Estónia e, caso seja condenado, incorre numa pena de 15 anos de prisão, por tráfico de droga.
O homem vai ser apresentado ao Tribunal da Relação de Lisboa para interrogatório e aplicação de medidas de coação enquanto aguarda a conclusão do processo de extradição para aquele país báltico.