Genero/Sexo: e sempre as mulheres ficam a perder

A propósito da campanha da DGS utilizando o termo “pessoas que menstruam” é importante esclarecer algumas questões.

O sexo é binário há 1,2 mil milhões de anos e é determinado biologicamente, o que o determina é o tamanho e o número de gametas.

Estas condições biológicas determinam inúmeras características como massa muscular, órgãos sexuais, existência de mamas e menstruação, que é um processo fisiológico das mulheres.

Assim o sexo não é uma construção social é o resultado da biologia e não é determinado pela ideologia defendida pela extrema-esquerda. 

Esta campanha de desconstrução social é um ataque às mulheres e às crianças. Fazer ciência no seculo XXI com base no ativismo é não só perigoso como é retroceder em tudo o que conquistamos como sociedade.

A minha geração lutou muito para acabar com os tabus da relação sexual e da libertação das mulheres em relação à função exclusiva de reprodutoras, hoje vemos um retrocesso na sua liberdade e uma constante tentativa de apropriação, pelos homens, das suas características determinadas pela sua condição à nascença. 

As mais prejudicadas com estas ideologias de esquerda-radical são claramente as mulheres ficando invisíveis, algo muito central na sua condição de mulheres. Não nos renderemos à bitola da esquerda radical para acabar com a sociedade europeia, reconstruindo-a como uma sociedade onde as mulheres perdem os seus direitos de diferença clara dos homens.

O relatório Cass, sobre disforia de género, levou recentemente o Reino Unido a restringir o acesso de jovens trans a terapia hormonal devido à inexistência de evidências para a sua segurança. Não poderemos continuar a permitir doutrinação de ideologia de género nas escolas Portuguesas pois a saúde das nossas crianças está em perigo.

A sociedade e os políticos deverão sim percorrer o caminho de conquista para a liberdade e a igualdade das verdadeiras mulheres, pois muito há a fazer. 

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