Autor da petição contra deputados do CHEGA foi advogado de José Sócrates e membro do Governo PS

Miguel Prata Roque é um dos autores e porta-voz da queixa-crime contra o presidente do CHEGA, André Ventura, e o líder parlamentar do mesmo partido, Pedro Pinto, no âmbito das declarações prestadas pelos deputados do CHEGA na sequência da morte de Odair Moniz, e tem um vasto histórico de ligações ao Partido Socialista.

© Portugal.gov

Prata Roque foi advogado de José Sócrates e integrou o seu primeiro Governo, exercendo funções como Adjunto de Ministro.

O socialista defendeu também o antigo primeiro-ministro em ações contra jornalistas que cobriam a Operação Marquês.

Mais tarde, o ex-advogado de Sócrates voltou ao governo, desta vez, como Secretário de Estado da primeira “geringonça” de António Costa, que apresentou a sua demissão do cargo de primeiro-ministro, após ser alvo de uma investigação sobre negócios de lítio e hidrogénio.

Note-se que as motivações políticas de Miguel Prata Roque são agora questionadas por várias vozes, que interpretam a sua queixa-crime contra os deputados do CHEGA como um possível ato de perseguição política, dado o seu histórico e as suas ligações próximas com o PS e os seus ex-governantes.

Últimas do País

A PSP vai remeter para o Ministério Público o caso de um espaço utilizado para alojamento de trabalhadores em Belas, no concelho de Sintra, sem licença e sem condições de habitabilidade, segundo informação divulgada hoje.
Uma denúncia anónima recebida esta terça-feira pelo Folha Nacional alerta para a existência de trabalhadores da Menzies sem formação adequada e garante que os partidos políticos já foram informados da situação. O alerta surge no mesmo dia em que uma falha operacional obrigou ao encerramento parcial do Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa e à repetição dos controlos de segurança de dezenas de passageiros.
O Conselho Económico e Social defende que devem ser acautelados aumentos de renda e não renovações que coloquem idosos ou pessoas vulneráveis em risco de perda da habitação e exige divulgação de lista de imóveis públicos urbanos devolutos e abandonados.
O jovem de 20 anos detido na segunda-feira pela PJ da Guarda pela presumível autoria de um crime de homicídio qualificado na forma tentada contra o pai ficou em prisão preventiva em ala psiquiátrica, disse fonte judiciária.
Quase uma centena de crianças foi internada por queimaduras no Hospital D. Estefânia este ano, com um aumento de 35% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados divulgados pela Unidade de Queimados.
Um incêndio rural que começou na noite de segunda-feira está a ser combatido, às 10:00 de hoje, por 191 operacionais, apoiados por 55 veículos e três meios aéreos na localidade de Maceira, no concelho de Fornos de Algodres, distrito da Guarda.
Dizem protestar contra o elevado preço da habitação, mas a celebração no Rossio teve direito a camarão, espumante e karaoke. O clima de festa dos manifestantes oferece um contraste curioso com o ambiente de contestação pelos elevados preços da habitação que se deveria viver na praça.
A Livraria Lello apresentou uma proposta que permite à comunidade muçulmana continuar a utilizar o imóvel durante mais de um ano sem qualquer encargo com rendas. O edifício apresenta irregularidades urbanísticas que a Câmara do Porto exige que sejam resolvidas.
Dois homens, de 27 e 42 anos, ficaram em prisão preventiva após detidos, na sexta-feira, junto ao Polo Universitário do Porto numa operação de desmantelamento de uma "relevante rede" de tráfico de droga, informou hoje a PSP.
Três homens e uma mulher foram detidos na segunda-feira, no distrito de Vila Real, pela suspeita do crime de incêndio florestal devido a queimas autorizadas que se terão descontrolado, disse hoje fonte da GNR.