Judiciária apreendeu 8,7 toneladas de cocaína e 2,1 de haxixe este ano

A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu este ano 8,7 toneladas de cocaína, em 660 operações, e 2,1 toneladas de haxixe, em 1.150 ações, segundo dados provisórios hoje divulgados pela instituição.

©facebook/pjudiciaria

No Dia Internacional Contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas, a Judiciária acrescenta que se mantém a tendência de aumento de apreensões de cocaína, seguida das de haxixe, e que hoje, para assinalar a efeméride, efetuou uma operação de destruição de cerca de nove toneladas de vários tipos de drogas ilícitas apreendidas.

Realizou igualmente a primeira reunião no âmbito da Estrutura Nacional da Especialidade Forense de Drogas e Toxicologia, que conta com a presença de peritos forenses vindos de vários pontos do país.

A PJ explica, em comunicado, que nos termos da lei, “a droga apreendida pelos vários órgãos de polícia criminal (OPC) e serviços aduaneiros e de segurança com competências de fiscalização, prevenção e investigação criminal nesta matéria, é objeto de destruição logo após a realização, pelo Laboratório de Polícia Científica, dos competentes exames periciais ordenados pelas autoridades judiciárias, ficando apenas uma amostra depositada em cofre, até que seja proferida decisão definitiva no âmbito do processo à ordem do qual se realizou a apreensão”.

De acordo com a PJ, a operação de incineração da droga é efetuada sob a supervisão de uma comissão constituída por um magistrado do Ministério Público, um funcionário da carreira de investigação criminal da Judiciária e de um perito do Laboratório de Polícia Científica.

Anualmente, através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE), é produzido um relatório, no qual são apresentados os resultados operacionais obtidos no âmbito do combate ao tráfico de estupefacientes em território nacional, elaborado com os dados da PJ, dos restantes OPC e pelos serviços aduaneiros e de segurança.

“Trata-se de um instrumento relevante, que permite efetuar uma avaliação alicerçada e mais fina da atividade desenvolvida pelas várias autoridades e entidades intervenientes, bem como dos vários indicadores, dinâmicas inerentes e novas tendências deste tipo de criminalidade”, especifica.

Últimas do País

Duas pessoas foram identificadas e detidas pela Polícia Judiciária (PJ), no concelho da Covilhã, distrito de Castelo Branco, pela alegada prática de crimes de sequestro, roubo e extorsão.
Um homem de 43 anos foi detido em flagrante delito, na quinta-feira, por militares da GNR do Posto Territorial de Tarouca, pela alegada prática de um crime de incêndio florestal, indicou a força de segurança.
Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores vão adiantar os relógios uma hora na madrugada de domingo, dando início ao horário de verão.
Garcia Pereira pede ao Ministério Público que avance com acusação por discriminação e incitamento ao ódio, reabrindo o debate em torno dos cartazes do CHEGA sobre imigração e comunidade cigana.
Os serviços de apoio domiciliário são considerados essenciais para manter as pessoas em casa e combater a solidão, mas enfrentam escassez de profissionais, baixos salários e limitações que impedem uma resposta às necessidades mais complexas, revela hoje um estudo.
A atuação do Estado português durante a pandemia de covid-19 está novamente sob escrutínio, após a divulgação de contratos assinados com farmacêuticas que reconhecem incertezas quanto à segurança e eficácia das vacinas no momento da sua aquisição.
Uma grávida transportada do Barreiro deu à luz antes de entrar no serviço de urgência do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, confirmou à Lusa a instituição, adiantando que mãe e bebé estão bem.
Um jovem de 17 anos foi esfaqueado na tarde de quinta-feira, em Camarate, no concelho de Loures, depois de uma discussão com outro jovem, alegadamente por motivos fúteis.
As instalações da GNR de Vila Nova de Famalicão vão ser alvo de uma "intervenção urgente", orçada em 421 mil euros, para acudir, sobretudo, ao problema das infiltrações, anunciou hoje o município.
O médico Vítor Almeida afirmou hoje que recusou liderar o INEM em 2024 devido à falta de garantias do Ministério da Saúde sobre o serviço de helicópteros de emergência médica, alegando que a solução passava por ajuste direto.