Frontex investiga naufrágio sem feridos que envolveu barco da Polícia Marítima na Grécia

A Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex) anunciou hoje que está em contacto com as autoridades portuguesas e que vai investigar o naufrágio que envolveu um barco de patrulha costeira da Polícia Marítima portuguesa.

© Facebook da FRONTEX

Na segunda-feira, uma embarcação da Polícia Marítima afundou ao largo da ilha grega de Lesbos, enquanto participava numa operação da Frontex de busca e salvamento de migrantes, levando ao resgate da tripulação, cinco portugueses e um grego.

Hoje, em comunicado, a Frontex indicou que está “em estreito contacto com as autoridades portuguesas e gregas”.

Está atualmente em curso uma investigação formal para determinar a causa do naufrágio, adiantou.

“Prestaremos apoio durante todo o inquérito”, acrescenta a Frontex, que “louva o profissionalismo e a calma demonstrados pelos oficiais envolvidos”.

De acordo com a agência europeia, os cinco tripulantes portugueses e um grego que estavam na embarcação “foram resgatados em segurança e encontram-se em boas condições físicas”, tendo-se seguido “os procedimentos de segurança habituais”.

Na segunda-feira à noite, também em comunicado, a Autoridade Marítima Nacional informava que o incidente ocorreu “durante uma ação de busca e salvamento de migrantes ao largo de Lesbos” e que estavam seis elementos a bordo, que foram “resgatados em segurança e se encontram bem fisicamente”.

A força policial portuguesa destacou ainda que já tinha “instaurado um processo de averiguações para apurar as causas do incidente”.

A operação foi desencadeada depois de 36 imigrantes, avistados pela polícia numa praia de Lesbos, terem relatado às autoridades que outros membros do grupo estavam desaparecidos no mar.

A Frontex tem como função auxiliar os países da União Europeia e do espaço Schengen na gestão das suas fronteiras externas.

Últimas do Mundo

A impossibilidade de votar por correspondência e a escassez de urnas de voto presenciais vão impedir muitos emigrantes portugueses de votarem nos Estados Unidos, à semelhança do que aconteceu em eleições presidenciais anteriores.
O número de mortos no incêndio que destruiu um complexo residencial em Hong Kong no final de novembro subiu para 168, anunciaram hoje as autoridades, confirmando tratar-se do balanço final após a conclusão das operações de identificação.
Espanha recebeu no ano passado 97 milhões de turistas internacionais, mais 3,5% do que em 2024 e um recorde nos registos do país, segundo uma estimativa oficial divulgada hoje pelo Governo.
A rede social X anunciou na quarta-feira que implementou medidas para impedir que a sua ferramenta de inteligência artificial Grok dispa "pessoas reais", em resposta às críticas e à pressão das autoridades de vários países.
A autoridade suíça da concorrência anunciou hoje que abriu uma investigação contra a ‘gigante’ americana Microsoft relativamente ao preço das suas licenças.
Portugal determinou na quarta-feira o encerramento temporário da embaixada no Irão, quando ocorrem manifestações massivas contra o regime iraniano, anunciou hoje o Ministério dos Negócios português.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) confirmou hoje que 2025 foi um dos três anos mais quentes desde que há registos.
A Google atualizou a sua política de controlo parental para que os pais tenham de dar o seu consentimento antes que um menor possa desativar a supervisão parental gerida pelo ‘Family Link’ na sua conta Google.
A coproprietária do bar La Constellation, na estância de esqui suíça Crans-Montana, onde morreram 40 pessoas num incêndio em 01 de janeiro, incluindo uma portuguesa, ficou hoje em liberdade condicional, decidiu o tribunal do cantão de Valais.
A Tailândia recebeu, no ano passado, 57.497 turistas portugueses, um aumento de 4,93% em relação a 2024, o que constitui um recorde, de acordo com dados hoje divulgados.