Quatro mortos em acidentes na 6.ª feira elevaram para 13 o total de vítimas na operação da GNR

Quatro pessoas morreram em acidentes de viação na sexta-feira, três em atropelamentos e uma em despiste, elevando para 13 o número de mortos registados pela GNR durante a Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”, iniciada em 27 de dezembro.

© GNR

Segundo os dados provisórios da GNR, hoje divulgados, foram registados, entre as 00h00 do dia 27 de dezembro de 2025 e as 23h59 de 02 de janeiro de 2026, 1.237 acidentes, dos quais resultaram 13 mortes, 31 feridos graves e 329 feridos leves.

Os acidentes que provocaram quatro mortes na sexta-feira ocorreram em Espinho, na A41, no distrito de Aveiro, em Abação São Tomé, Guimarães, no distrito de Braga, na EN 396, em Loulé, no distrito de Faro, e na Rua Padre Rodrigues do Carmo, em Ossela, Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro.

Segundo a GNR, três das mortes resultaram de atropelamentos: Em Abação São Tomé, um veículo ligeiro vitimou um jovem de 28 anos, na EN 396, em Loulé, outro atropelamento matou um homem de 79 anos em Ossela, um veículo ligeiro morreu a morte de um homem de 65 anos.

No âmbito da terceira fase, “Ano Novo em segurança”, da Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”, já foram fiscalizados pela GNR 63.904 condutores, dos quais 806 conduziram com excesso de álcool e, destes, 359 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l.

A GNR refere em comunicado que foram ainda detidas 126 pessoas por conduçãoem sem habilitação legal.

No âmbito das ações de fiscalização, os militares da GNR detetaram 8.026 contraordenações rodoviárias, destacando-se 1.260 por excesso de velocidade, 447 por excesso de álcool, 206 por falta ou utilização incorreta do cinto de segurança e/ou cadeirinha e 182 por uso indevido do telefone a direção.

De acordo com os dados, 1.200 contraordenações foram por falta de inspeção periódica obrigatória e 342 por falta de segurança de responsabilidade civil obrigatória.

Durante a operação, que termina no domingo, a GNR afirma que irá continuar a priorizar a fiscalização à condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, excesso de velocidade, utilização indevida do telemóvel e utilização correta do cinto de segurança e da cadeirinha.

Também vai estar atento à falta de inspeção periódica obrigatória, falta de seguro de responsabilidade civil obrigatória e execução incorreta de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem.

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