“Ou há um caminho de convergência e esta lei se transforma de má em boa, ou esta lei assim não serve, tem o efeito contrário de prejudicar quem trabalha e desproteger ainda mais quem já está numa situação precária”, afirmou.
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o presidente do CHEGA manteve a abertura para o diálogo e disse que, depois da reunião com o primeiro-ministro, na quarta-feira, “esta tarde haverá contactos entre as lideranças de bancada para se continuar a trabalhar nestas matérias”.
“Ao ponto em que estamos, esta reforma laboral é má, não deve passar e não deve ser aprovada”, indicou.