Eleição de vice-presidente da AR na 5.ª feira e da ERC no dia 31

©Folha Nacional

A Assembleia da República volta a tentar eleger, na quinta-feira, um vice-presidente da Mesa, e agendou para o dia 31 a eleição para o Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Em declarações aos jornalistas no final da reunião de hoje da conferência de líderes, a porta-voz, Maria da Luz Rosinha, indicou que vai decorrer na quinta-feira a “eleição do vice-presidente para a Mesa da Assembleia da República, que durará entre as 15:00 e as 18:00”, durante a reunião plenária. O deputado do Chega Jorge Galveias é o único candidato, até ao momento.

Já para o dia 31 ficaram agendadas as eleições para o Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e o Conselho Nacional da Procriação Medicamente Assistida, indicou também a deputada do PS.

No que toca à ERC, é uma votação que tem sido sucessivamente adiada por falta de apresentação de candidatos.

Falando aos jornalistas também no final da reunião, o líder da bancada do PS indicou que a lista de candidatos para a ERC “naturalmente será proposta pelo Grupo Parlamentar do PS com o acordo e também com proposta do Grupo Parlamentar do PSD”.

Questionada se já foi estabelecida uma data para a sessão solene de boas-vindas ao Presidente brasileiro, Lula da Silva, Maria da Luz Rosinha afirmou que esse tema “não foi abordado” pela conferência de líderes e que oportunamente será divulgado.

No dia 02 de março, o Chega anunciou que iria pedir a marcação de nova eleição para a vice-presidência da Assembleia da República, indicando o deputado Jorge Galveias como candidato.

Este é já o quarto candidato apresentado pelo partido, depois de ter visto rejeitados os nomes dos deputados Diogo Pacheco de Amorim, Gabriel Mithá Ribeiro e Rui Paulo Sousa.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA, André Ventura, considerou esta sexta-feira que a proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral "é má" e, como está, "não deve ser aprovada", mas indicou que mantém a disponibilidade para negociar.
Enquanto fotografava eventos e iniciativas do CDS, Isabel Santiago surgia também associada a funções remuneradas em estruturas públicas ligadas ao partido.
Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.
O CHEGA leva esta quinta-feira ao Parlamento um conjunto de propostas centradas no reforço da autoridade das forças de segurança, na proteção dos agentes policiais e no combate à criminalidade, depois de o partido ter fixado a ordem do dia no debate parlamentar.
A Polícia Judiciária realizou esta quinta-feira uma operação de buscas relacionada com suspeitas de corrupção em concursos públicos para aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Entre os alvos está Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
José Sócrates, antigo primeiro-ministro socialista, vai começar a ser julgado esta quinta-feira no Tribunal Administrativo de Lisboa no âmbito da ação em que exige uma indemnização ao Estado português devido à duração do processo Operação Marquês.
O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.