PSP identificou jovem após ameaça de ataque em escola em Odivelas

© Facebook/PSP

A Polícia de Segurança Pública (PSP) identificou um jovem na sequência das ameaças que surgiram nas redes sociais relativas a uma eventual invasão de uma escola no concelho de Odivelas, distrito de Lisboa.

Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Cometlis) adianta que na semana passada foi confrontada com a publicação de mensagens nas redes sociais, onde se divulgava uma ação de invasão de uma escola do concelho de Odivelas, com recurso a armas de brancas e de fogo.

“No imediato, foram desencadeadas diligências para averiguar a veracidade das referidas mensagens e os factos participados ao Ministério Público, sem prejuízo do contacto estabelecido com as Direções dessas escolas, no sentido informar que a PSP está empenhada em garantir a segurança escolar, como diariamente o faz, através do seu policiamento de proximidade efetuado pelas equipas da Escola Segura”, refere a polícia.

Fonte da PSP disse à Lusa que foi identificado um jovem que está a ser acompanhado pela polícia Judiciária.

Várias mensagens têm surgido nas redes sociais relativas a potenciais ataques a escolas por ocasião do massacre de Columbine, nos Estados Unidos, que completa hoje 24 anos.

Hoje de manhã, em comunicado, a polícia disse estar a monitorizar a situação e a acompanhar o funcionamento dos estabelecimentos de ensino e a população escolar.

Nessa nota, a polícia adianta que recebeu a informação sobre estas ameaças também pelas redes sociais, vindas de diversos cidadãos que quiseram confirmar que as autoridades se encontravam a par do assunto.

A PSP apela à manutenção do “clima de serenidade e que se garanta a normalidade das atividades escolares”.

As ameaças de possíveis ataques a escolas surgem relacionadas com os 24 anos do massacre de Columbine, nos Estados Unidos. Este ataque aconteceu no dia 20 de abril de 1999, na cidade de Littleton, no estado de Colorado, quando dois estudantes invadiram a Columbine High School e mataram 12 alunos e um professor, suicidando-se de seguida.

Últimas do País

Cerca de 200 polícias e guardas manifestaram-se ontem, em silêncio, no Porto, na véspera de novas reuniões com o ministro da Administração Interna sobre a reestruturação das carreiras e a organização do tempo de trabalho.
Quase metade das reclamações apresentadas contra o Ministério da Educação desde agosto está relacionada com alunos ainda sem colocação. Pré-escolar e 1.º ciclo concentram mais de metade dos casos e Setúbal lidera as queixas.
Um homem foi constituído arguido por suspeitas de branqueamento de capitais no âmbito do esquema de fraude conhecido como ‘CEO fraud’, anunciou hoje a Procuradoria-Geral da República.
O antigo Presidente da República recebeu diretamente do filho o pedido de ajuda para as gémeas e encaminhou o caso para a Casa Civil. Ministério Público acusa Nuno Rebelo de Sousa e outros dois arguidos de prevaricação, em concurso aparente com abuso de poderes, mas Marcelo não figura entre os acusados.
Daniela Martins recebeu 96 euros mensais de uma instituição de solidariedade para ajudar na compra de leite, numa altura em que chegou a ter mais de 100 mil euros à ordem. Ministério Público arquivou esta parte do caso, mas acusa a mãe das gémeas de burla qualificada relacionada com a atribuição de duas cadeiras elétricas.
O número de crimes de ofensas corporais e de armas cometidos nas escolas no último ano letivo foi o maior dos últimos cinco anos, tendo também aumentado as ofensas sexuais e o tráfico de droga, revelou esta terça-feira a PSP.
O ensino superior é o nível de escolaridade com maior financiamento público por aluno na maioria dos países da OCDE, mas não em Portugal, onde um universitário custa menos ao Estado do que um estudante do secundário.
A maioria dos jovens que não consegue concluir o ensino secundário em, pelo menos, cinco anos acaba por desistir dos estudos, segundo um relatório divulgado hoje que destaca, ainda assim, o progresso de Portugal na escolaridade obrigatória.
A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), organismo público responsável por acompanhar a aplicação das regras de representação equilibrada entre homens e mulheres, tem atualmente oito mulheres e apenas um homem em nove funções de direção e coordenação. A composição da própria entidade que fiscaliza a igualdade está agora no centro de uma polémica, depois de o jornal SOL ter revelado o desequilíbrio e confrontado a instituição com a lei que estabelece uma representação mínima de 40% de cada sexo nos cargos abrangidos.
Estrangeiro de 71 anos terá desaparecido depois de tomar conhecimento da investigação por abuso sexual de uma criança, em Colares, Sintra. Denúncia anónima colocou a Judiciária no encalço do suspeito, que acabou localizado e detido.