Japão promete enviar a Kyiv sistema de deteção de ‘drones’

©Facebook.com/Japan.PMO

O Japão anunciou hoje o envio de sistemas de deteção de ‘drones’ para a Ucrânia, para ajudar o país a fortalecer a sua defesa contra as tropas invasoras russas.

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, durante a cimeira da NATO que hoje terminou em Vílnius, capital da Lituânia.

Embora tenha lembrado a importância de não alterar o ‘status quo’ pelo uso da força, o chefe de Governo japonês prometeu que o seu país aumentará a cooperação com outros países para “manter e fortalecer uma ordem internacional aberta e livre”.

Fumio Kishida disse ainda que a segurança na Europa e na região do Indo-Pacífico são questões inseparáveis e expressou a sua determinação em trabalhar para “reforçar as relações entre a NATO e países parceiros”, como Austrália, Coreia do Sul e Nova Zelândia.

O líder japonês visitou a Ucrânia em março passado e anunciou uma ajuda de quase 30 milhões de euros em material não letal, através de um fundo criado pela NATO, o mesmo que Tóquio usará agora para enviar sistemas de deteção de drones.

Últimas de Política Internacional

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca convocou hoje o encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos devido a alegadas tentativas norte-americanas de interferência junto da opinião pública da Gronelândia.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou hoje que o Governo iraniano está por trás de ataques antisemitas no país contra a comunidade judaica e anunciou a expulsão do embaixador iraniano em Camberra.
Trump disse que vários países europeus já mostraram disponibilidade para enviar militares para a Ucrânia, como tal "não será um problema" responder às garantias de segurança exigidas pelo homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu hoje uma frente unida entre europeus e ucranianos em defesa de uma paz que não represente a capitulação da Ucrânia, na véspera da reunião com Donald Trump, na Casa Branca.
O enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, disse hoje que Putin concordou, na cimeira com Donald Trump, que sejam dadas à Ucrânia garantias de segurança semelhantes ao mandato de defesa coletiva da NATO.
O Presidente russo, Vladimir Putin, disse hoje que discutiu formas de terminar a guerra na Ucrânia "de forma justa", na cimeira com o homólogo norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira, defendendo a “eliminação das causas iniciais”.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje que “todos” preferem ir “diretamente para um acordo de paz” e não “um mero acordo de cessar-fogo” para acabar com a “terrível guerra” na Ucrânia.
O futuro da Ucrânia passa hoje pelo Alasca, uma antiga colónia russa onde os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia se vão reunir sem a participação do país invadido por Moscovo.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que qualquer acordo para pôr fim à guerra na Ucrânia terá de passar por uma cimeira com os homólogos russo e ucraniano, após a cimeira bilateral na sexta-feira.
A Rússia e a Ucrânia trocaram hoje 84 prisioneiros de guerra, anunciou o Ministério da Defesa russo, na véspera de uma cimeira muito aguardada entre o Presidente russo, Vladimir Putin, e o homólogo norte-americano, Donald Trump.