Bolsa de Lisboa em baixa ligeira com a EDP a cair 0,78%

© D.R.

A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa ligeira, a inverter a tendência da abertura, com as ações da EDP a liderarem as perdas, a caírem 0,78% para 4,33 euros.

Cerca das 09h00 em Lisboa, o PSI baixava 0,05% para 6.133,09 pontos, com a cotação de quatro ‘papéis’ a subir, de 11 a descer e de um a manter (REN em 2,48 euros).

Às ações da EDP seguiam-se as da Ibersol e da EDP Renováveis, que desciam ambas 0,58% para 6,90 euros e 17,27 euros, respetivamente.

As ações da Greeenvolt, Navigator e CTT também desciam, designadamente 0,55% para 6,32 euros, 0,44% para 3,17 euros e 0,28% para 3,58 euros.

As outras cinco ações que desciam, Altri, Mota-Engil, Corticeira Amorim, Semapa e Jerónimo Martins recuavam entre 0,23% e 0,08%.

Em sentido contrário, as ações do BCP, Galp e Sonae subiam 0,52% para 0,25 euros, 0,41% para 12,15 euros e 0,40% para 0,99 euros.

As ações da NOS estavam a valorizar-se 0,12% para 3,46 euros.

Na Europa, as principais bolsas estavam hoje a negociar mistas, à espera da divulgação dos dados da atividade industrial na Europa.

Com o euro em baixa (caiu 0,2% para 1,076 dólares), os investidores aguardam a publicação de dados sobre a atividade industrial em vários países europeus e nos Estados Unidos.

Na Ásia, depois de a atividade industrial da China ter diminuído no mês passado, entrando em território contracionista, e depois de o banco central australiano ter mantido as taxas de juro em 4,1%, Xangai desceu 0,08% e Hong Kong perdeu 0,7%, enquanto Tóquio avançou 0,92%, depois de a taxa de desemprego ter descido uma décima de ponto percentual e a atividade industrial no Japão ter diminuído ligeiramente.

Na segunda-feira, Wall Street fechou em alta, com o Dow Jones a subir 0,28% para 35.559,53 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro de 2022.

O Nasdaq terminou a avançar 0,21% para 14.346,02 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro de 2021.

A nível cambial, o euro abriu a descer no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,0976 dólares, contra 1,1007 dólares na segunda-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em outubro abriu em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 85,22 dólares, contra 85,43 dólares na segunda-feira.

Últimas de Economia

Os novos contratos de empréstimos para habitação aumentaram 166 milhões de euros em julho, para 2.345 milhões de euros, atingindo o valor mais elevado da série, informou hoje o Banco de Portugal (BdP).
A remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em julho pelo sexto mês consecutivo, para 1,59%, tendo o montante de novas operações de depósito atingido um máximo histórico, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
As empresas comunicaram 375 despedimentos coletivos até julho, o que representa um aumento de cerca de 13% face ao período homólogo, segundo os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).
O consumo de energia elétrica em Portugal aumentou 3,1% entre janeiro e agosto, com a produção solar a atingir, no mês passado, um novo máximo de potência, segundo dados divulgados pela REN.
Os juros da dívida pública a 20 anos subiram para 4,26%, o valor mais elevado desde 2017, numa altura em que a escalada da inflação e os receios de novas subidas das taxas de juro estão a castigar as obrigações soberanas.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou hoje para o crescimento de situações de fraude e burla associadas a supostos investimentos no mercado de capitais, através de contactos não solicitados e campanhas de publicidade enganosa 'online'.
A taxa de inflação anual na zona euro acelerou 1,3 pontos percentuais em agosto, face ao mesmo mês de 2025, para 3,3%, sobretudo devido aos preços da energia, com Portugal a registar 3,6%, acima da média.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas totalizaram 706,1 milhões de euros até julho, um aumento de 140,7 milhões de euros face ao mês anterior, de acordo com a síntese da execução orçamental hoje revelada.
A inflação na Alemanha acelerou para 2,9% em agosto, impulsionada pelo aumento dos preços da energia, reforçando as expectativas de uma subida das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) em setembro.
A estimativa rápida da inflação aponta para uma atualização das rendas até 2,56% no próximo ano, acima dos 2,24% aplicáveis em 2026. Quem paga atualmente 1.000 euros por mês poderá desembolsar mais 25,60 euros.