Pelo menos seis mortos e 35 desaparecidos em deslizamento de terras na Geórgia

© D.R.

Pelo menos seis pessoas morreram e 35 estão dadas como desaparecidas na sequência de um deslizamento de terras na região montanhosa de Ratcha, no noroeste da Geórgia, divulgaram hoje as autoridades deste país do Cáucaso.

O incidente ocorreu na noite de quinta-feira na zona da estância de Shovi e na altura foram encontradas duas vítimas mortais, informou o Ministério do Interior da Geórgia.

A mesma fonte acrescentou que hoje foram localizados outros quatro corpos, indicando ainda que cerca de 200 pessoas foram retiradas do local com recurso a helicópteros.

O ministro das Infraestruturas georgiano, Irakli Karseladzé, indicou, por sua vez, que 35 pessoas estão dadas como desaparecidas.

“As equipas de socorro ainda estão à procura dos desaparecidos”, disse o ministro.

As autoridades georgianas precisaram que as operações de busca e salvamento mobilizam cerca de 400 bombeiros, socorristas e elementos de diferentes unidades da polícia.

Segundo os cálculos dos especialistas, o deslizamento de terras envolveu mais de cinco milhões de metros cúbicos de terra e rochas.

“Esta é a maior catástrofe natural conhecida na zona ocidental da Geórgia, à exceção do sismo de 1991 na região de Racha”, afirmou o geólogo Merab Gaprindashvili, em declarações aos ‘media’ locais.

De acordo com o perito, o deslizamento de terras foi provocado pelas chuvas torrenciais ocorridas nos últimos dias, situação que foi agravada pelo degelo de dois glaciares na cordilheira do Cáucaso, perto de Shovi.

Últimas do Mundo

A plataforma de transmissão de vídeos YouTube admitiu que está a sofrer hoje interrupções em vários países, incluindo Portugal e os Estados Unidos.
O Governo de Espanha desbloqueou hoje 7.000 milhões de euros de ajudas a pessoas, empresas e municípios afetadas pelas tempestades das últimas semanas no país.
A Comissão Europeia iniciou hoje uma investigação formal à chinesa Shein por suspeitas de design aditivo, falta de transparência nas recomendações e venda de produtos ilegais na União Europeia (UE), incluindo conteúdos associados a abuso sexual de menores.
Peritos da ONU defendem hoje que os arquivos do pedófilo norte-americano Jeffrey Epstein mostram atrocidades de tal magnitude, carácter sistemático e alcance transnacional que poderiam ser consideradas legalmente como “crimes contra a humanidade”.
A rede social X, anteriormente Twitter, voltou ao normal por volta das 14h30 de hoje, após sofrer uma quebra em vários países uma hora antes, incluindo Estados Unidos, Portugal e Espanha, por causas ainda desconhecidas.
A Comissão Europeia foi alvo de buscas policiais em Bruxelas devido a suspeitas na venda de 23 imóveis ao Estado belga em 2024. A investigação está a cargo do Ministério Público Europeu, que confirmou diligências de recolha de provas.
Dados recentes da agência europeia FRONTEX indicam que, entre 2024 e 2025, mais de 100 mil pessoas entraram ilegalmente em Espanha pelas rotas do Mediterrâneo Ocidental e das Canárias. Cerca de 73% provêm de países sem conflitos armados generalizados.
As perdas seguradas por catástrofes naturais atingiram em 2025 os 127.000 milhões de dólares (cerca de 106.681 milhões de euros), ultrapassando os 100.000 milhões de dólares pagos pelo setor segurador pelo sexto ano consecutivo.
Uma operação policial europeia que incluiu 18 países e foi liderada por Áustria, Portugal e Espanha impediu a entrada em circulação de cerca de 1,2 mil milhões de euros em notas e moedas falsas de várias divisas.
A Comissão Europeia propôs hoje a criação de uma aplicação para reportar casos de cyberbullying e instou os Estados-membros a desenvolverem uma abordagem comum para combater o fenómeno, que atinge uma em seis crianças.