3 Dezembro, 2023

Costa não deixa saudades

e este era o momento ideal para irmos a eleições? Não, não era. O país precisa de um Orçamento do Estado e precisa de executar os fundos do PRR. Porém, quis o destino que o sistema judicial deixasse de temer o partido do sistema e expusesse a corrupção dos socialistas. Que vários ministros estavam a braços com a justiça não era novidade, o terramoto desta semana deveu-se à inclusão de António Costa no rol dos suspeitos.

Alguém ficou admirado? Eu não fiquei, até porque bastava olhar com mais atenção para a Câmara Municipal de Lisboa para perceber o ‘edifício’ que Costa montou quando era autarca, tendo-o deixado em herança ao seu pupilo, Fernando Medina.

O país não precisava de eleições neste momento, mas a vida é o que é. Culpem os socialistas corruptos por atirarem a nação para um novo período de incerteza e de paralisia financeira e política.

Quem votou neles não pode vir agora reclamar e quem voltar a votar no PS é porque tem uma enorme falta de princípios que envergonharia o próprio diabo.

António Costa, o diabo feito em gente, ficará conhecido como o usurpador de poder que se fez primeiro-ministro com o apoio da extrema-esquerda, mesmo apesar de ter perdido eleições. Mas isso até é o de menos. Costa ficará conhecido por ter destruído o SNS, por ter atirado quatro milhões de pessoas para a pobreza, por ter minado a confiança dos portugueses na política.

Mas o passado é passado e Costa não deixará saudades.

O tempo agora é de mudança e de confiança. Pela primeira vez em 40 anos, o país tem uma verdadeira alternativa: um partido que desde o seu primeiro dia combate a corrupção e quer acabar com os compadrios e clientelas; um partido que defende a família e os portugueses; um partido que quer acabar com a subsidiodependência; um partido que quer uma europa de europeus; acima de tudo, um partido que quer devolver a grandiosidade de outros séculos a Portugal.

E esse partido tem como líder André Ventura, o melhor político português do pós-25 de Abril e o mais bem preparado para ser primeiro-ministro. Eu vou votar CHEGA por mim, pelos meus pais, pelos meus avós e pelas novas gerações. Eu vou votar CHEGA por Portugal!

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