Remessas de emigrantes sobem 2,7% em novembro para 324,6 milhões de euros

As remessas dos emigrantes subiram 2,7% em novembro face ao período homólogo de 2022, para 324,6 milhões de euros, enquanto as verbas enviadas pelos imigrantes aumentaram 0,8%, para 48,2 milhões de euros, segundo o Banco de Portugal.

© D.R.

 

De acordo com os dados disponibilizados hoje na página do regulador financeiro nacional, os emigrantes enviaram 324,6 milhões de euros em novembro de 2023, o que representa uma subida de 2,7% face aos 316,2 milhões de euros enviados em novembro de 2022.

Em sentido inverso, os estrangeiros a trabalhar em Portugal enviaram para os seus países de origem 48,2 milhões de euros em novembro do ano passado, o que representa uma subida de 0,8% face aos 47,85 milhões de euros enviados em novembro de 2022.

Já as remessas provenientes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) caíram 12,8%, passando de 31,71 milhões de euros, em novembro de 2022, para 27,66 milhões de euros em novembro do ano passado.

Para esta quebra muito contribuiu a forte descida de 14% das remessas provenientes dos emigrantes em Angola, de 31,1 milhões de euros em novembro de 2022, para 26,75 milhões de euros em novembro do ano passado.

Olhando para o total dos 11 meses de 2023, constata-se que os 3.644,27 milhões de euros enviados pelos emigrantes estão 2,5% acima dos 3.555,52 milhões de euros enviados de janeiro a novembro de 2022, o que significa que é muito provável que as remessas, para o conjunto do ano passado, batam o recorde de 3.892,26 alcançado no ano anterior.

Últimas de Economia

O 'stock' de empréstimos para habitação atingiu, em agosto, 119.062 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 11,2%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
A inflação deverá acelerar este ano para 3,2%, num contexto de subida de preços dos combustíveis impulsionado pela guerra no Médio Oriente, estima o Conselho das Finanças Públicas (CFP).
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação da energia atinja um pico no final de 2026 e diminua significativamente em 2027, foi hoje anunciado.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.254 euros por metro quadrado em agosto, mais 14 euros do que no mês anterior e 14,7% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.
Os preços do gasóleo na União Europeia (UE) atingiram um novo máximo de 2,23 euros por litro, contra 2,16 euros na semana anterior, segundo uma análise da agência de notícias AFP aos dados nacionais publicados hoje pela Comissão Europeia.
A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.