Debate entre Pedro Nuno Santos e André Ventura é o mais visto

O debate entre Pedro Nuno Santos (PS) e André Ventura (CHEGA), transmitido pela TVI foi o mais visto, aguardando-se o último frente a frente, entre o líder socialista e Luís Montenegro (AD).

© Folha Nacional

Segundo a análise da Universal McCann, agência de meios do grupo Mediabrands, aquele debate “foi o programa mais visto do dia e alcançou uma audiência média de um milhão e 219 mil telespetadores, a que correspondeu um ‘share’ de 26,3%”.

Em segundo lugar ficou o debate entre o líder da Aliança Democrática (AD) e Mariana Mortágua (Bloco de Esquerda), também transmitido pela TVI, com “uma audiência média de um milhão e 52 mil telespetadores, representando um ‘share’ de 21,5%”.

A encerrar o ‘top 3’ dos debates com maior audiência está o frente a frente transmitido no domingo pela SIC, entre Luís Montenegro e Rui Rocha (Iniciativa Liberal).

O debate entre estes dois partidos, “que poderão formar um novo governo de direita após as eleições do dia 10 de março” registou “uma audiência média de um milhão e 26 mil telespetadores, alcançando um ‘share’ de 20,5%”.

No que respeita aos debates transmitidos nos canais de informação (RTP3, SIC Notícias e CNN Portugal), os que incluíram André Ventura “foram os que verificaram maior audiência”.

Segundo a Universal McCann, “o embate entre o presidente do CHEGA, e Rui Rocha da Iniciativa Liberal, transmitido pela SIC Notícias, foi o mais visto (audiência média de 317 mil telespetadores/ ‘share’ de 7,3%), seguindo-se o debate entre André Ventura e Rui Tavares [Livre], também transmitido pela SIC Notícias (audiência média de 262 mil telespetadores/’share’ 6,0%)”.

O frente a frente entre André Ventura e Mariana Mortágua, transmitido na RTP3, “completa o pódio de debates mais vistos nos canais de informação (audiência média 246 mil telespetadores/’share’ 5,3%)”.

Se se excluir o confronto os debates de André Ventura nos canais de informação, então o debate mais visto foi entre Mariana Mortágua e Rui Tavares. Este “ficou na 6.ª posição em 15 e contou com uma audiência média de 141 mil telespetadores e um ‘share’ de 3,7%”.

Após duas semanas de debates já realizados, “faltando apenas o embate mais aguardado entre a Aliança Democrática e o PS, verifica-se uma diminuição das audiências dos debates transmitidos em canal aberto”, refere.

“Nas últimas legislativas, em 2022, tivemos nove debates com uma audiência média acima de um milhão de telespetadores, sendo que agora tivemos apenas três debates”, sublinha a Universal McCann.

Em sentido inverso “encontram-se os debates transmitidos nos canais de informação, que têm registado um aumento do interesse dos portugueses”.

Ou seja, em 2022, nos canais de informação, “não houve nenhum debate com uma audiência média mais de 200 mil telespetadores”, mas este ano “tivemos quatro debates que conseguiram ultrapassar essa fasquia”, aponta.

“No balanço das duas semanas de debates e observando as audiências no total dia, entre os canais de informação, é possível verificar um crescimento do ‘share’ da RTP3 (+0.1p.p.) e da SIC Notícias (+0.1p.) face ao mês de janeiro”.

As eleições legislativas estão marcadas para 10 de março.

Últimas de Política Nacional

Presidente do CHEGA considera que Luís Montenegro perdeu autoridade sobre o ministro da Administração Interna e avisa que, se não houver uma decisão sobre Luís Neves, o partido admite avançar com uma moção de censura. André Ventura acusa o ministro de ter arrastado o país para um “lamaçal político” e garante que a comissão parlamentar de inquérito é para manter.
Presidente do CHEGA considera “absolutamente razoável” o projeto que proíbe a mudança de sexo em menores de idade e reafirma a intenção de manter a iniciativa, rejeitando o apelo da ONU para que seja retirada ou revista.
Bancada de André Ventura apresentou dois projetos de lei, 14 projetos de resolução e avançou com a comissão de inquérito à liderança de Luís Neves na PJ. Somam-se ainda 28 perguntas dirigidas ao Governo.
A nomeação foi feita pelo presidente do CHEGA, André Ventura, em nome da Direção Nacional, e validada por todos os seus membros. Eduardo Teixeira assume agora um dos dossiês mais exigentes e estratégicos do partido, numa altura em que o forte crescimento autárquico do CHEGA trouxe uma nova dimensão e maiores responsabilidades à estrutura partidária.
Ventura abriu a rentrée do CHEGA com um aviso ao Governo: a descida da idade da reforma vai estar em cima da mesa no Orçamento do Estado (OE2027) e o partido promete não ceder.
O CHEGA pediu hoje audições parlamentares do ministro da Defesa, Nuno Melo, e de um representante da empresa portuguesa NT Group (NTG), para esclarecer questões relacionadas com a aquisição de três fragatas a Itália.
O CHEGA aparece à frente do Partido Socialista (PS) nas intenções de voto dos inquéritos feitos online durante o mês de agosto.
O líder do CHEGA, André Ventura, reagiu com "estupefação" ao processo judicial anunciado pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, acusando o Governo de "opacidade e arrogância". O político insistiu ainda na exigência de esclarecimentos sobre a compra de três fragatas a Itália e sobre alegadas comissões de intermediação.
O CHEGA considerou "de uma enorme gravidade" a decisão do Presidente da República de enviar para o Tribunal Constitucional o decreto sobre retorno de estrangeiros, sustentando tratar-se de "uma irresponsabilidade".
O CHEGA defendeu ontem que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "perdeu por completo o controlo da situação" relativa ao ministro da Administração Interna e insistiu na saída de Luís Neves do cargo.