CHEGA à frente nas comunidades quando está apurada maioria dos consulados

O CHEGA é o partido mais votado pelos portugueses residentes no estrangeiro, quando está apurada a maioria dos consulados (54,17%) e o trabalho de escrutínio dos votos no Centro de Congressos de Lisboa está na reta final.

© Folha Nacional

De acordo com os dados publicados no site da Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), às 18:30, o CHEGA está à frente com 16,75%, seguindo-se o PS (16,59%) e a AD (14,50%).

No círculo da Europa, o CHEGA vence com 17,08%, o PS obtém 16,93% e a AD 14,17%.

Fora da Europa, a AD vence com 20,11%, o CHEGA obtém 11,17% e o PS 10,89%.

No Centro de Congressos de Lisboa, onde desde segunda-feira estão a ser escrutinados e registados os votos dos emigrantes portugueses, a contagem decorre até as 19:00, altura em que deverão estar registados os 334.005 votos recebidos até hoje.

Dados da Administração Eleitoral indicam que estes votos estão a ser registados a uma cadência de 133 boletins por minuto.

Mais de 1,5 milhões de cartas com os boletins de voto foram enviadas para 189 destinos a partir de 04 de fevereiro e os votos começaram a chegar a Portugal em 20 de fevereiro. A opção pelo voto presencial foi exercida por 5.283 eleitores.

Os votos dos emigrantes portugueses irão resultar na eleição de quatro deputados (dois pelo círculo da Europa e dois pelo círculo Fora da Europa), que poderão influenciar o resultado final das legislativas do passado dia 10, uma vez que a coligação Aliança Democrática (PSD/CDS/PPM) elegeu 79 deputados e o PS 77.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA, André Ventura, reagiu com "estupefação" ao processo judicial anunciado pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, acusando o Governo de "opacidade e arrogância". O político insistiu ainda na exigência de esclarecimentos sobre a compra de três fragatas a Itália e sobre alegadas comissões de intermediação.
O CHEGA considerou "de uma enorme gravidade" a decisão do Presidente da República de enviar para o Tribunal Constitucional o decreto sobre retorno de estrangeiros, sustentando tratar-se de "uma irresponsabilidade".
O CHEGA defendeu ontem que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "perdeu por completo o controlo da situação" relativa ao ministro da Administração Interna e insistiu na saída de Luís Neves do cargo.
O Ministério da Justiça (MJ) ordenou uma auditoria interna à Polícia Judiciária (PJ) na sequência das notícias sobre o funcionamento desta polícia no mandato do ex-diretor nacional e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves.
Luís Neves está novamente no centro da polémica. O atual ministro da Administração Interna vai ser julgado no Tribunal de Contas por infrações financeiras cometidas quando era diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), num caso relacionado com contratos públicos que, segundo o tribunal, não cumpriram as regras da contratação pública.
O CHEGA defende que Portugal deve exigir a exclusão de Marrocos da organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030, na sequência da invasão massiva de migrantes em Ceuta.
O CHEGA defende que Portugal deve exigir a exclusão de Marrocos da organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030, na sequência da invasão massiva de migrantes em Ceuta.
O movimento de professores Missão Escola Pública (MEP) considerou hoje que será "praticamente impossível" concluir as reapreciações da 1.ª fase dos exames nacionais até sexta-feira, relatando casos de docentes convocados nos últimos dias.
O presidente do Chega considerou ontem que os dados sobre a dívida pública evidenciam uma "péssima gestão" do Governo, além de uma "enorme incompetência", e defendeu que este "é um dado que não deve ser desvalorizado".
O presidente do CHEGA, André Ventura, afirmou que os responsáveis pela invasão do seu gabinete devem ser afastados "da Assembleia da República e da vida política".