Conselho de Segurança discute alegado ataque israelita em Damasco

O Conselho de Segurança das Nações Unidas vai reunir-se hoje para discutir o alegado ataque israelita contra o consulado do Irão na capital da Síria, que causou pelo menos oito mortos na segunda-feira.

© Facebook da ONU

 

O embaixador da Rússia junto da ONU, Dmitry Polyansky, disse na rede social X (antigo Twitter) que o país solicitou a marcação de uma reunião do Conselho para as 15:00 em Nova Iorque (20:00 em Lisboa).

O pedido foi aceite por Malta, país que iniciou o mandato rotativo na presidência do Conselho.

O ataque aéreo contra o consulado do Irão em Damasco matou dois generais da Guarda Revolucionária iraniana e cinco outros militares iranianos, disseram autoridades de Teerão e Damasco citadas pela agência de notícias Associated Press.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, uma organização não-governamental sediada no Reino Unido, mas que conta com uma vasta rede de informadores no país, afirmou que o ataque causou oito mortes.

A ação indica uma escalada das ofensivas de Israel contra oficiais militares iranianos e aliados na Síria, que já se tinham intensificado depois do ataque de 07 de outubro em solo israelita do movimento islamita palestiniano Hamas.

Os confrontos também aumentaram desde então entre Israel e o grupo xiita libanês Hezbollah, também apoiado por Teerão, ao longo da fronteira norte de Israel com o Líbano.

Israel, que raramente assume a autoria deste tipo de ataques, disse que não tinha comentários sobre os acontecimentos o ataque na Síria.

A guerra de Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza começou depois de 07 de outubro, quando comandos do movimento islamita palestiniano mataram cerca de 1.200 pessoas e fizeram perto de 250 reféns numa série de ataques em território israelita.

As Forças de Defesa de Israel responderam a esses ataques do Hamas com uma campanha militar na Faixa de Gaza, na qual morreram já mais de 32.800 palestinianos e mais de 75 mil ficaram feridos.

Últimas do Mundo

Os eurodeputados portugueses do PS e do PSD votaram lado a lado no Parlamento Europeu a favor das novas regras do CELE 2, o novo mercado europeu de carbono que abrangerá os combustíveis utilizados nos transportes rodoviários e nos edifícios e que deverá fazer aumentar o preço da gasolina e gasóleo.
A presidente da Comissão Europeia anunciou hoje que vai propor a proibição de acesso a redes sociais às crianças com menos de 13 anos e de ter contas pessoais a jovens com menos de 15.
Benítez está coberta de estruturas improvisadas e o número de ocupantes continua a aumentar. Moradores queixam-se de confrontos, lixo e noites sem descanso e exigem uma resposta das autoridades.
Uma mulher marroquina e os dois sobrinhos menores, residentes em Navarra, recebem mais de quatro mil euros mensais através da acumulação de diferentes prestações sociais, segundo os valores apresentados pela própria família ao Navarra.com. Nenhum dos elementos do agregado trabalha e, além dos pagamentos mensais, beneficiam de habitação pública subsidiada e de apoios nas despesas com energia, alimentação, educação e transportes.
Espanha viveu este ano os meses de junho, julho e agosto mais quentes de que há registo, com uma "persistência das altas temperaturas totalmente excecional", disse a agência espanhola de meteorologia (Aemet).
A pressão migratória que tem atingido Ceuta e Melilha está cada vez mais próxima de Portugal. Cerca de 30 migrantes foram intercetados em Melilha quando tentavam chegar clandestinamente à Península Ibérica escondidos em camiões de feira.
Cinco pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas, no despiste de um avião de carga com o logótipo da Amazon, ocorrido hoje durante a aterragem no Aeroporto Internacional de Miami, anunciaram as autoridades locais.
O suspeito de ter matado uma jovem italiana e ferido cinco pessoas no domingo, num festival na Suíça, sofre de problemas psicológicos e mantém-se em silêncio desde a sua detenção, anunciaram hoje as autoridades locais.
Um dos três portugueses desaparecidos na sequência da inundação devastadora no Nepal e no Tibete foi localizado e resgatado, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
O número de portugueses desaparecidos na sequência da inundação devastadora no Nepal e no Tibete subiu para quatro, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).