40% de novos nascimentos são de mães estrangeiras

Segundo dados que o Folha Nacional conseguiu apurar junto da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), dos 3837 partos realizados em 2023, 1647 foram de mães estrangeiras. Este valor representa o equivalente a 43% do total de partos realizados em 2023.

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Foi ainda apurado que dos 1647 partos de mulheres estrangeiras, 695 eram de imigrantes de origem no Indostão (India, Nepal, Bangladesh e Paquistão), o equivalente a 18% do total. O total de partos de mulheres de origem em países da Comunidade de Países de Língua Portuguesas (CPLP), foi de 392, o equivalente a 10% do total de partos.

A pressão no SNS feita por estrangeiros (legais e não legais) residentes em Portugal, tem sido um facto que o presidente do CHEGA, André Ventura tem denunciado na Assembleia da República. Esta pressão é fruto de uma política de portas abertas à imigração que levou ao atual descontrolo total.

Um outro problema que se verifica em Portugal é o turismo de natalidade, sobretudo de mulheres oriundas de África, que usam os cuidados de saúde do SNS, universais e gratuitos, para virem ter os seus filhos. Esta situação foi recentemente denunciada pelo presidente do CHEGA que, num debate no Parlamento, afirmou que “Portugal não consegue garantir cuidados de saúde aos seus, mas suporta um crescente turismo de saúde para estrangeiros”.

O turismo de saúde é um facto que existe em Portugal, mas segundo o bastonário da ordem dos médicos, os atuais processos do SNS não permitem uma identificação desses casos, sugerindo uma alteração dos mesmos para um maior controlo.

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A PSP registou seis infrações nas primeiras horas do primeiro dia de proibição de veículos pesados sem destino às cidades do Porto ou de Gaia na Via de Cintura Interna (VCI), revelou hoje fonte do Comando Metropolitano do Porto.
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O Banco Português de Fomento vai suportar uma deslocação a Paris do Conselho Consultivo Estratégico, órgão composto por 20 personalidades, e do presidente da comissão executiva, Gonçalo Regalado. Tratando-se de um banco público, há um pormenor que fica por esclarecer: não foi indicado quantas pessoas participarão na viagem nem qual será a fatura final.
Hospital serve quase o dobro da população para que foi projetado. Presidente da ULS admite pressão do “turismo de saúde”, revela que a maioria dos nascimentos é de estrangeiros e questiona quem paga os cuidados de quem não desconta em Portugal. Há ainda 200 mil pessoas sem médico de família.