Meo pretende duplicar clientes de energia até final do ano

A Meo tem como meta duplicar o número de clientes de energia até final do ano, sendo que atualmente conta com 50 mil, disse à Lusa fonte oficial da empresa detida pela Altice Portugal.

© Facebook da MEO

A Meo lançou em 22 de maio o “primeiro serviço mundial sustentável de telecomunicações e energia”, em que junta energia 100% verde ao negócio central das telecomunicações.

Questionada pela Lusa sobre que metas tem para o primeiro ano do lançamento desta oferta, fonte oficial da Meo disse: “A nossa meta é duplicar o nosso número de clientes na energia até ao final de 2024”. Atualmente, a Meo conta com 50 mil clientes de energia.

“Independentemente dos serviços que os clientes procurarem, o ‘universo’ Meo quer ser o principal provider [fornecedor] de serviços que ligam as pessoas à vida e ao futuro”, acrescentou a mesma fonte.

Sobre o objetivo da oferta telecom+eletricidade, fonte oficial da Meo explicou que visa “aproveitar as sinergias que existem entre os dois setores para lançar uma oferta que é diferenciadora e traz benefícios para o consumidor”.

A nova oferta “é transversal a todos os pacotes Meo, que passam a poder ser complementados com energia, se assim o cliente pretender, com benefícios cruzados nas componentes de telecom e de energia”, explicou.

Questionada sobre porquê o lançamento agora, fonte oficial da Meo sublinhou que a empresa, na sua área core (principal), as telecomunicações, “já atingiu a liderança em todos os segmentos”.

Numa posição “de liderança temos também a responsabilidade de pensar fora da caixa, de encontrar soluções novas que vão ao encontro das necessidades presentes e futuras dos nossos clientes. Isso vai além de simplesmente fornecer serviços de telecomunicações”.

 

Últimas de Economia

O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação da energia atinja um pico no final de 2026 e diminua significativamente em 2027, foi hoje anunciado.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.254 euros por metro quadrado em agosto, mais 14 euros do que no mês anterior e 14,7% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.
Os preços do gasóleo na União Europeia (UE) atingiram um novo máximo de 2,23 euros por litro, contra 2,16 euros na semana anterior, segundo uma análise da agência de notícias AFP aos dados nacionais publicados hoje pela Comissão Europeia.
A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.
A economia portuguesa cresce e emprega mais, mas continua a falhar onde mais conta para criar riqueza: no valor produzido por cada hora de trabalho. Em 2025, a produtividade portuguesa ficou em apenas 66,9% da média da União Europeia, abaixo do nível registado no início do século. A Business Roundtable Portugal alerta ainda para salários comprimidos, falta de investimento e dificuldades em reter trabalhadores qualificados.